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Corte rejeita ação de Trump contra Biden na Pensilvânia

Advogados, no entanto, querem levar caso à Suprema Corte

27 nov 2020
17h11
atualizado às 18h08
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Um Tribunal de Apelações da Filadélfia rejeitou a última tentativa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de contestar o resultado da votação na Pensilvânia, que certificou a vitória do democrata Joe Biden no estado.

Multidão a favor de Trump na Pensilvânia
Multidão a favor de Trump na Pensilvânia
Foto: EPA / Ansa - Brasil

A confirmação do triunfo foi emitida na última terça-feira e os advogados do republicano tentavam revertê-la.

Segundo o juiz Stephanos Bibas, a campanha de Trump não oferecia evidências de fraude e que suas acusações "não têm mérito".

"Eleições livres e justas são a força vital da nossa democracia.As acusações de injustiça são graves. Mas chamar uma eleição de injusta não significa que ela o seja. As acusações exigem alegações específicas e, em seguida, provas. Não temos nenhuma das duas coisas aqui", afirmou a sentença de Bibas.

Apesar da rejeição do processo, a equipe do atual presidente americano afirmou que pretende recorrer à Suprema Corte.

Hoje, inclusive, Trump voltou a insistir que houve fraude nas eleições, desta vez questionando os mais de 80 milhões de votos recebidos por seu adversário.

"Biden só pode entrar na Casa Branca como presidente se puder provar que seus ridículos "80 milhões de votos" não foram obtidos de forma fraudulenta ou ilegal. Quando você vê o que aconteceu em Detroit, Atlanta, Filadélfia e Milwaukee, fraude eleitoral em massa, ele tem um grande problema sem solução!", escreveu no Twitter.

Com a vitória na Pensilvânia, Biden garantiu mais 20 delegados no colégio eleitoral.

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Ansa - Brasil   
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