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CORREÇÃO-EUA defendem Ucrânia contra ações "imprudentes" da Rússia, diz Blinken

6 mai 2021 12h54
| atualizado às 13h54
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O secretário de Estado dos Estados Unidos, Antony Blinken, disse nesta quinta-feira que Washington pode aumentar a assistência de segurança para a Ucrânia depois do que ele chamou de ações "imprudentes e agressivas" da Rússia em reunir tropas perto da fronteira do país.

Secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, durante reunião com presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, em Kiev
06/05/2021 Efrem Lukatsky/Pool via REUTERS
Secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, durante reunião com presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, em Kiev 06/05/2021 Efrem Lukatsky/Pool via REUTERS
Foto: Reuters

Durante uma visita a Kiev com a intenção de mostrar apoio à Ucrânia, Blinken disse que a Rússia deixou para trás um número significativo de tropas e equipamentos, apesar de ter anunciado a retirada de suas forças de perto da fronteira, após um impasse que alarmou o Ocidente.

Blinken também disse que o presidente norte-americano, Joe Biden, estava interessado em visitar a Ucrânia e se encontrar com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, mas não deu detalhes sobre isso ou sobre as aspirações da Ucrânia de aderir à aliança militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

"Estamos conscientes de que a Rússia retirou algumas forças da fronteira com a Ucrânia, mas também vemos que forças significativas permanecem lá, equipamentos significativos permanecem lá", disse Blinken, ao lado de Zelenskiy.

"Estamos monitorando a situação muito, muito de perto", afirmou Blinken. "E posso lhe dizer, senhor presidente, que estamos firmemente com você, parceiros também. Eu ouvi a mesma coisa quando estive na Otan há algumas semanas e esperamos que a Rússia pare com as ações imprudentes e agressivas."

Washington está "procurando ativamente fortalecer ainda mais a nossa cooperação de segurança e nossa assistência de segurança", informou sem dar detalhes.

Zelenskiy disse que a Rússia havia retirado apenas cerca de 3.500 das dezenas de milhares de soldados enviados para a península da Crimeia que foi anexada da Ucrânia em 2014.

"Pode haver uma ameaça. Ninguém quer essas surpresas", declarou.

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