8 eventos ao vivo

Com Ardern como favorita, Nova Zelândia vai às urnas neste sábado

País decidirá entre 'leveza' de premiê e 'braço forte' de Collin

16 out 2020
11h56
atualizado às 12h11
  • separator
  • 0
  • comentários
  • separator

A Nova Zelândia irá às urnas neste sábado (17) para escolher se mantém o governo atual do Partido Trabalhista, liderado pela premiê mundialmente famosa, Jacinda Ardern, ou se opta por uma mudança para o Partido Nacional, liderado por Judith Collins.

Ardern, 40 anos, é reconhecida pela gestão da pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2) de maneira exemplar. Com uma opção pelo fechamento das fronteiras e um lockdown severo assim que os primeiros casos da Covid-19 foram registrados no território, o país contabiliza "apenas" 1.880 contaminações e 25 óbitos entre seus cinco milhões de habitantes desde janeiro.

Apesar de sofrer ainda os efeitos econômicos do fechamento - e de ter as fronteiras ainda bloqueadas - a vida para os neozelandeses já voltou "ao normal", já que o país não tem mais nenhum caso local de transmissão da doença.

Além disso, a premiê - uma das mais populares da história do país - conseguiu lidar de forma "satisfatória" para os moradores o combate ao terrorismo após o sangrento ataque que matou 51 muçulmanos, em 2019, em Christchurch.

No entanto, a oposição acusa Ardern de não cumprir com todas as suas promessas de campanha, como na questão do combate à pobreza infantil e nos direitos dos maoris.

Já Collins, 61 anos, é uma admiradora confessa da britânica Margareth Thatcher e é conhecida por ter aplicado diversas medidas "anticrime" durante sua carreira política, especialmente, quando era subsecretária do Ministério da Justiça.

As pesquisas de opinião apontam para uma ampla vantagem de Ardern, que deve continuar na função pelos próximos quatro anos.

Segundo dados do próprio governo, cerca de 46% dos eleitores com direito ao voto (1,6 milhão de pessoas) já votaram no pleito, incluindo Ardern e Collins, para evitar aglomerações no sábado. .
   

Veja também:

Segunda onda de covid-19 na Europa
Ansa - Brasil   
  • separator
  • 0
  • comentários
publicidade