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Candidatos derrotados em eleição russa alegam fraude e tentam anular resultados

23 set 2021 14h33
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Candidatos de Moscou que alegam ter sido privados da vitória em uma eleição parlamentar por um sistema de votação virtual fraudulento disseram nesta quinta-feira que tentarão reverter os resultados através de processos e pressão pública.

FILE PHOTO: Members and supporters of the Russian Communist Party attend a rally to protest against the preliminary results of the parliamentary election in Moscow, Russia September 20, 2021. REUTERS/Shamil Zhumatov/File Photo
FILE PHOTO: Members and supporters of the Russian Communist Party attend a rally to protest against the preliminary results of the parliamentary election in Moscow, Russia September 20, 2021. REUTERS/Shamil Zhumatov/File Photo
Foto: Reuters

Alguns deles, a maioria do Partido Comunista, pedem que os eleitores se reúnam na capital russa no sábado, já que as disputas de oito assentos parlamentares que os comunistas lideravam viraram subitamente a favor do partido governista Rússia Unida assim que os resultados da votação pela internet foram acrescentados.

O Rússia Unida, que apoia o presidente Vladimir Putin, conquistou uma vitória parlamentar maior do que se esperava, apesar do descontentamento com os padrões de vida, mostraram resultados oficiais provisórios.

As autoridades russas dizem que a reunião planejada para o sábado é ilegal devido às restrições de eventos públicos relacionadas à Covid-19.

A comissão eleitoral central, que disse que a votação foi limpa e transparente, deve aprovar os resultados eleitorais oficialmente na sexta-feira. O Kremlin disse que a eleição foi competitiva, aberta e honesta.

Em um comunicado publicado no Facebook nesta quinta-feira, os candidatos derrotados disseram querer que as autoridades anulem os resultados da votação eletrônica em Moscou e que a ideia do voto eletrônico seja abandonada em eleições futuras.

"Entre 17 e 19 de setembro (o período da eleição), milhões de cidadãos do nosso país tiveram seus votos roubados", disse o comunicado.

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