PUBLICIDADE

Biden visita Coreia do Sul e reforça aliança militar

Americano também ofereceu vacinas para a Coreia do Norte

21 mai 2022 15h14
| atualizado às 16h17
ver comentários
Publicidade

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, se reuniu neste sábado com seu homólogo sul-coreano, Yoon Suk-yeol, para reforçar sua aliança militar e econômica e debater várias questões, incluindo os programas nucleares da Coreia do Norte.

Americano também ofereceu vacinas para a Coreia do Norte
Americano também ofereceu vacinas para a Coreia do Norte
Foto: EPA / Ansa - Brasil

No segundo dia de sua viagem pela Ásia, Biden chegou ao novo gabinete presidencial no distrito central de Yongsan, capital sul-coreana, e foi recebido por Yoon.

Os dois líderes "concordaram em iniciar discussões" sobre a expansão "do escopo de exercícios militares combinados e treinamento em toda a península coreana", de acordo com o comunicado conjunto divulgado no final da cúpula.

A medida visa desencorajar a ameaça nuclear de Pyongyang em um momento em que há pouca esperança de se engajar em uma verdadeira diplomacia. De acordo com os serviços de inteligência sul-coreanos, o regime de Kim Jong-un se preparava para realizar um teste nuclear.

Outro tema debatido entre Biden e Yoon foi a crise sanitária enfrentada pela Coreia do Norte, tendo em vista que boa parte da população do país não foi imunizada contra a Covid-19.

"Oferecemos vacinas contra o Covid-19 à Coreia do Norte, mas não recebemos uma resposta", disse o presidente dos EUA, na entrevista coletiva.

Em relação a um encontro com o líder norte-coreano, Biden enfatizou que tudo dependerá se ele for "sincero e sério".

Além disso, Estados Unidos e Coreia do Sul reafirmaram "a importância de preservar a paz e a estabilidade no Estreito de Taiwan". A decisão pode provocar uma dura reação da China, que reivindica soberania na ilha e que considera os acontecimentos ligados à Taiwan como "questões internas".

Mais cedo, Biden visitou o Cemitério Nacional de Seul para prestar homenagem aos soldados mortos.

Ansa - Brasil   
Publicidade
Publicidade