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Atos contra racismo ganham novo impulso nos EUA

Envio de agentes federais reacendeu entusiasmo dos manifestantes

26 jul 2020
12h23
atualizado às 13h08
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A decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de enviar agentes federais para conter protestos em grandes cidades governadas pela oposição democrata deu novo gás às manifestações contra a violência policial e o racismo no país.

Protesto contra a violência policial em Portland, em 25 de julho
Protesto contra a violência policial em Portland, em 25 de julho
Foto: EPA / Ansa - Brasil

Em Seattle, no estado de Washington, um ato na noite do último sábado (25) terminou com 45 manifestantes presos e 21 agentes feridos, segundo balanço das autoridades locais. Protestos também foram registrados em Austin (Texas), Louisville (Kentucky), Omaha (Nebraska), Nova York, Los Angeles (Califórnia) e Richmond (Virgínia).

Em alguns casos, a polícia usou granadas de efeito sonoro, spray de pimenta e gás lacrimogêneo para conter os manifestantes.

Desde o fim de maio, os EUA vêm registrando protestos de massa desencadeados pelo assassinato do ex-segurança negro George Floyd por um policial branco. Em desvantagem nas pesquisas para as eleições de novembro, Trump aposta no discurso de "lei e ordem" e no envio de agentes federais para reverter a dianteira de Joe Biden.

Em Portland (Oregon), equipes enviadas pelo presidente à revelia das autoridades locais usaram a força para reprimir manifestações nas últimas semanas, mas a estratégia serviu para impulsionar novamente os atos contra a violência policial em todo o país.

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