
O retrato falado é feito com a ajuda de um software que oferece mais de mil fotos e tipos de rostos armazenados em um banco de dados. Esses moldes são coletados geralmente em presídios e abrangem os padrões físicos do brasileiro. A partir desses modelos, são inseridos olhos, boca, nariz, entre outros itens, de acordo com a descrição da vítima ou testemunha. A imagem final demora de 40 minutos a uma hora para ficar pronta. Somente no Departamento de Polícia Judiciária da Macro São Paulo (Demacro) são feitos uma média de 30 a 35 retratos falados por mês. O recurso também é utilizado no Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic) e no Departamento de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP).