Em menos de um ano no Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff vem promovendo uma verdadeira faxina no primeiro escalão do governo.
Desde janeiro, seis ministros entregaram os cargos, e candidatos a 'próxima vítima' da reforma ministerial surgem a cada instante. E se você fosse presidente, quem demitiria?
Indique a seguir os seus escolhidos:
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Foi a primeira mulher anunciada na equipe de Dilma. Na Casa Civil, foi a responsável pela coordenação das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a principal iniciativa do governo Lula. Ex-mulher do ex-prefeito de Santo André (SP) Celso Daniel, assassinado em 2002, Miriam chegou a ser envolvida nas investigações sobre casos de corrupção na gestão da prefeitura de Santo André, o que ela negou.
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Você demitiria?

Casada com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, Gleisi é filiada ao PT desde 1989 e participou da equipe de transição do governo Lula em 2002. Foi diretora financeira da Itaipu Binacional, tentou a prefeitura de Curitiba (PR) e foi eleita em 2010 para o Senado. Assumiu a Casa Civil com a queda do ministro Antonio Palocci, após denúncias de enriquecimento ilícito. Com sua posse, a pasta ganhou um perfil mais técnico.
Foto: Renato Araújo/Agência Brasil
Você demitiria?

Filiado ao PT, Mantega foi empossado ministro da Fazenda em 2006, com a saída de Antonio Palocci do governo Lula, após o escândalo da quebra do sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa. Antes, foi ministro do Planejamento e presidente do BNDES. Foi o articulador do programa econômico das campanhas eleitorais do ex-presidente Lula.
Foto: José Cruz/Agência Brasil
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O petista foi chefe de gabinete do ex-presidente Lula nos dois mandatos e um dos seus principais conselheiros. Antes de chegar ao Planalto, desempenhou diversas funções no PT, incluindo a secretaria geral do partido. Entre o final da década de 1990 e o começo dos anos 2000, trabalhou na prefeitura de Santo André (SP), onde ocupou os cargos de secretário de Governo e de Comunicação na gestão de Celso Daniel, morto em janeiro de 2002. Assim como Miriam Belchior, teve seu nome envolvido nas investigações de corrupção na prefeitura paulista.
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
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Uma das fundadoras do PT em Santa Catarina, foi líder do governo no Senado por três vezes durante a gestão de Lula. Empossada ministra da Pesca em janeiro, trocou de cargo com o então ministro das Relações Institucionais, Luiz Sérgio, após a saída de Antonio Palocci da Casa Civil. Com a queda do homem forte de Dilma, Ideli assumiu a articulação política. Em agosto, a revista Istoé publicou que ela teria negociado, enquanto ministra da Pesca, para manter no cargo um aliado acusado de irregularidades no Departamento de Infraestrutura de Transportes (Dnit), principal alvo da "faxina" nos Transportes.
Foto: Wilson Dias/Agência Brasil
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Marido da ministra Gleisi Hoffmann, da Casa Civil, foi ministro do Planejamento entre 2005 e 2010. Ex-deputado federal, foi ainda secretário da Fazenda de Mato Grosso do Sul. Em agosto, a revista Época publicou reportagem em que afirma que Bernardo pegou carona, quando estava à frente do Planejamento, no jatinho de uma empreiteira supostamente favorecida nas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Foto: José Cruz/Agência Brasil
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O sucessor de Celso Amorim foi secretário-geral do Itamaraty durante o governo Lula. Entre 2007 e 2009 foi embaixador do Brasil nos Estados Unidos. No terceiro mês à frente do ministério, organizou a primeira visita do presidente americano, Barack Obama, ao Brasil, e admitiu que a relação com os EUA havia esfriado por divergências quanto ao Irã.
Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil
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Com a nomeação do médico infectologista, o PT retomou o ministério que estava na esfera do PMDB na gestão Lula. Padilha assumiu as Relações Institucionais em 2009 e foi recompensado após intensa atuação na campanha de Dilma ao Planalto.
Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil
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Filiada ao PT, Tereza era subchefe de articulação e monitoramento da Casa Civil, onde se dedicou ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), quando foi convidada a assumir o ministério. Após trabalhar com Dilma no principal programa do governo Lula, a ministra comandará o plano para erradicar a miséria no País, a grande bandeira da nova gestão.
Foto: Wilson Dias/Agência Brasil
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Em seu quinto mandato parlamentar consecutivo, o gaúcho, filiado ao PMDB desde 1985, foi escolhido pela presidente líder do governo no Congresso em julho. Pouco mais de um mês depois, foi convidado por Dilma para assumir o Ministério da Agricultura, após o pedido de demissão de Wagner Rossi. Não descartou novas demissões na pasta, alvo de denúncias de corrupção. Está afastado do cargo desde o dia 14 de outubro para se submeter a uma cirurgia de retirada de um tumor cerebral.
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
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Ministro das Relações Exteriores do governo Lula, retornou ao primeiro escalão do governo após Nelson Jobim pedir demissão do Ministério da Defesa. Filiado ao PT desde 2009, foi o protagonista de uma política externa polêmica, com a aproximação com o regime iraniano e com o presidente venezuelano, Hugo Chávez, enfrentando resistência dos militares.
Foto: Wilson Dias/Agência Brasil
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Ex-diretora de jornalismo da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), coordenou a equipe de imprensa do governo de transição de Dilma. Deixou o jornal O Globo, em 2006, depois que seu nome foi citado no escândalo de quebra de sigilo bancário do caseiro Francenildo Santos Costa, que culminou com a saída de Antonio Palocci do Ministério da Fazenda. Em depoimento à PF à época, Palocci afirmou ter sido informado pela jornalista de que o caseiro havia recebido uma grande quantia de dinheiro. Helena nega o diálogo.
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
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Filiada ao PT, Luiza Bairros foi convidada para assumir a pasta no governo Dilma quando era secretária da Promoção da Igualdade Racial na Bahia. A indicação, do governador Jaques Wagner, atendeu a uma exigência de gênero feita pela presidente.
Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil
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Está no comando da pasta desde 2007 e foi um dos principais articuladores do apoio do PDT à candidatura de Dilma, principalmente após ser cotado para compor chapa com Ciro Gomes (PSB). Prestou depoimento no Senado após suspeitas de que seis entidades teriam sido alvo de favorecimento pelo ministério em convênios para capacitação profissional. Lupi disse que pode ter havido "erro" no repasse de R$ 12 milhões, mas não "dolo" ou "má-fé".
Foto: Valter Campanato /Agência BrasilRoberto Filho e Alex Palarea/Agnews
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Ex-deputada federal pelo PT do Rio Grande do Sul, foi relatora da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes e disputou a prefeitura de Porto Alegre em 2008, perdendo para José Fogaça (PMDB). Ao tomar posse, defendeu a criação de uma comissão da verdade para apurar crimes da ditadura e teve o apoio do então ministro da Defesa, Nelson Jobim.
Foto: Valter Campanato /Agência Brasil
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Homem de confiança do vice-presidente Michel Temer, foi governador do Rio de Janeiro, prefeito de Niterói e deputado federal. Participou da coordenação da campanha de Dilma como representante do PMDB. Também ocupou a vice-presidência de Fundos e Loterias da Caixa Econômica Federal.
Foto: Valter Campanato /Agência Brasil
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A posse de Florence representou a Democracia Socialista, tendência do PT, à frente da pasta que cuida da reforma agrária, repetindo medida do governo Lula. O ministro foi da equipe do governador Jaques Wagner, na Bahia, e se elegeu deputado federal em 2010. Foi chamado para falar na Câmara sobre denúncias de negociatas com lotes para reforma agrária envolvendo ocupantes de cargos de confiança do governo.
Foto: Renato Araújo/Agência Brasil
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Indicado pelo PSB, foi secretário de Desenvolvimento de Pernambuco e presidente do Complexo Industrial Portuário de Suape. Dias antes de assumir o ministério, o jornal Folha de S. Paulo publicou reportagem em que Coelho era acusado de orientar pagamento de mesada a líderes de associações de bairros e a um vereador quando foi prefeito de Petrolina (CE). Ele negou e disse ter sofrido uma tentativa de extorsão do autor das denúncias.
Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil
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Filiada ao PT desde 1984, fez carreira política no Espírito Santo. Antes de assumir a secretaria, foi eleita para o terceiro mandato como deputada federal. Na Câmara, teve atuação de destaque nas áreas de direitos humanos, políticas para as mulheres e minorias. Foi relatora da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Escutas Telefônicas Clandestinas, quando pediu o indiciamento do banqueiro Daniel Dantas.
Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil
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Foi indicado pelo PSB para o primeiro escalão de Dilma. Antes de assumir a secretaria, Cristino ocupava a prefeitura de Sobral (CE). Foi deputado federal por duas vezes. No primeiro mandato, em 1995, elegeu-se com a segunda maior votação do Ceará. Foi secretário dos Transportes, Energia, Comunicações e Obras do Estado, entre 1991 e 1995, no governo de Ciro Gomes.
Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil
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Parte da cota do PMDB na distribuição de cargos, o ministro foi reconduzido ao cargo após comandar a pasta entre janeiro de 2008 e março de 2010, quando saiu para concorrer a uma vaga no Senado. Em julho, a revista Época mostrou um vídeo em que dois funcionários da Agência Nacional do Petróleo (ANP) cobrariam propina para resolver pendências de empresas do ramo junto ao governo. A oposição protocolou requerimentos para ouvi-lo na Câmara.
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
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Funcionária de carreira do Ibama desde 1984, Izabella assumiu o ministério em março de 2010, após a saída de Carlos Minc para disputar uma vaga à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Assim como os colegas de pastas envolvidas em denúncias, foi chamada para explicar na Câmara informações de ocupação ilegal de áreas de proteção ambiental ou de terras destinadas à reforma agrária.
Foto: Wilson Dias/Agência Brasil
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Um dos fundadores do PT, estava cotado para ser candidato ao governo de Minas Gerais, mas a direção nacional do partido preferiu dar a vaga a Hélio Costa (PMDB). Aceitou tentar o Senado, mas não se elegeu. Já à frente do ministério, foi denunciado em Belo Horizonte por improbidade administrativa quando era prefeito da capital mineira (2005-2008). As acusações são de dispensa indevida de licitação, desvio de recursos e superfaturamento de obras.
Foto: Wilson Dias/Agência Brasil
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Indicado pelo senador Renan Calheiros (PMDB-AL), foi governador do Rio Grande do Norte entre 1995 e 2002 e senador de 1991 a 1994 e de 2003 até 2010. Também ocupou a presidência do Senado, de 2007 a 2009.
Foto: Agência Brasil
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Deputado federal de 2003 a 2010, foi um dos principais articuladores da campanha de Dilma, sendo identificado pela presidente como um dos "três porquinhos" - apelido dado a Cardozo, Antonio Palocci e José Eduardo Dutra. Foi cobrado por parlamentares após a Operação Voucher, que prendeu 36 suspeitos de fraudes no Ministério do Turismo, porque os detidos foram conduzidos pela Polícia Federal algemados, o que só é permitido quando eles oferecem resistência ou ameaçam fugir.
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
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Senador pelo PT de 2003 a 2010, Mercadante perdeu a disputa ao governo de São Paulo em 2006 e em 2010. Já no cargo de ministro, foi apontado por uma reportagem da revista Veja como o mentor do "escândalo dos aloprados" em 2006, ao lado do ex-governador Orestes Quércia. Na época, militantes petistas comprariam documentos falsos que ligariam o tucano José Serra a um esquema de fraude. Para o ministro, o caso só voltou à tona porque Quércia morreu.
Foto: Renato Araújo/Agência Brasil
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Teve que ir à Câmara para rebater denúncias de que o secretário nacional de Saneamento da pasta, Leodegar Tiscoski, também trabalhava como tesoureiro nacional do PP, partido do ministro, e teria liberado pagamentos irregulares a favor de três empreiteiras que fizeram doações à legenda. Mais tarde, teria sido denunciado por uma ala do PP à ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, por oferecer cargos e uma mesada de R$ 30 mil a parlamentares que aderissem a seu grupo no partido.
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
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Está no cargo desde 2005 e, antes de chefiar a pasta, foi secretário-executivo do ministério. Em 2009, sofreu pressões por conta do vazamento do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e, no ano seguinte, por erros na impressão de cadernos de questões da prova. Na edição deste ano do exame, denúncias de novo vazamento do conteúdo da prova motivaram pedido de investigação da Polícia Federal (PF), e o MP do Ceará exige o cancelamento do teste. No governo Dilma, se indispôs com as bancadas católica e evangélica pelo "kit gay" que seria distribuído em escolas. É o preferido do ex-presidente Lula para disputar a prefeitura de São Paulo.
Foto: Renato Araújo/Agência Brasil
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Ex-líder da bancada do PT na Câmara, assumiu a Secretaria de Relações Institucionais no início do governo com o papel de articulador político de Dilma. Trocou de pasta com a então ministra da Pesca Ideli Salvatti após a saída de Antonio Palocci da Casa Civil. Era citado até entre petistas como inábil na articulação com o Congresso.
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
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Filha do historiador Sérgio Buarque de Holanda e irmã do músico Chico Buarque, foi diretora da Fundação Nacional de Artes (Funarte) no primeiro mandato de Lula. Após o jornal O Estado de S.Paulo publicar que ela havia recebido diárias em fins de semana sem compromissos oficiais no Rio de Janeiro, onde tem imóvel próprio, anunciou que devolveria os valores. Enfrenta restrições dentro do meio artístico e de parte do PT, pela suspensão de pagamento de convênios e a discussão da reforma da Lei do Direito Autoral. Apesar das críticas, recebeu apoio do presidente do PT e de colegas na Esplanada.
Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
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Tão logo reassumiu a o ministério - já havia conduzido os Transportes em duas oportunidades, em 2006 e em 2010 -, Passos foi à Câmara negar seu envolvimento com irregularidades no órgão e em suas autarquias, que causaram uma "faxina" na pasta - ele era o ministro na época da maioria das obras com indícios de superfaturamento. Filiado ao PR, sigla que controla o ministério desde o governo Lula, o ministro afirmou que integrar o partido não representa qualquer "desvio".
Foto: Wilson Dias/Agência Brasil
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Assumiu o ministério em setembro deste ano, após seu antecessor, Pedro Novais (PMDB), entregar o cargo por suspeitas de que ele teria usado recursos públicos para o pagamento de uma governanta e de um motorista para a família. Licenciado do cargo de deputado federal (PMDB-MA), Vieira foi secretário de Planejamento e Orçamento do Maranhão no governo de Roseana Sarney.
Foto: Renato Araújo/ABr
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