Para não cair no “conto do vigário”

No País em que os golpes estão disseminados, desde os gabinetes de Brasília até as ruas das grandes metrópoles ou pequenas cidades, milhares de estelionatos sobrecarregam a polícia a cada dia. A formação histórica do “jeitinho brasileiro”, da malandragem e esperteza em nome da ganância, aliada a brechas na legislação, prolifera falsários, impedindo qualquer avanço significativo para conter o tipo de crime.

A tecnologia é outro elemento que alavanca a incidência de golpes, também aplicados por telefone e pela internet. Em São Paulo, por exemplo, o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) confirma avanços da atuação do crime organizado em práticas como clonagem de cartões e aquisições de veículos 0 km com documentos falsos, acessados por grandes quadrilhas.

A reportagem do Terra ouviu especialistas no assunto. Confira como reconhecer os criminosos e não cair em práticas comuns de estelionatários: