Em 2006, o governo do Rio Grande do Norte decretou a data como dia em memória ao massacre de 30 pessoas, entre elas dois padres católicos, nos engenhos de Cunhaú e Uruaçu, em 1645. Os comandantes da chacina foram soldados holandeses e índios potiguares, que não aceitavam a religião praticada na região. Por defenderem a fé, os mártires foram beatificados pela Igreja.