Semiautomática e de uso exclusivo das forças armadas policiais – venda para civis e posse é ilegal -, a pistola .40 pode ser determinante para o sucesso em um confronto com criminosos. Enquanto isso, com a intensificação do tráfico de armas, o revólver 38, ainda em uso nos órgãos de segurança do País, representa risco de fracassos e mortes em eventuais tiroteios. A avaliação é do editor-chefe da Revista Magnum, Lincoln Tendler. “Pode comprometer a atuação policial. E não há tanta diferença de preço. A pistola custa cerca de 35% a mais do que o 38, mas não vai significar gastos maiores, pois há isenções de impostos. O principal é a maior capacidade de munição da pistola e velocidade superior para a recarga, aspectos cruciais para o desempenho do atirador“, definiu Tendler. Outro aspecto: o 38 tem projéteis de chumbo, e na pistola há uma capa de cobre, que dá maior penetrabilidade nos disparos.
A nova arma, contudo, exige preparo diferenciado, já que, uma falha em um cartucho de uma . 40 pode travar a pistola. “Treinamento resolve, mas quem treina policia hoje? Se falhar, é preciso procurar abrigo e tentar resolver o problema“, ressaltou o editor.