No Brasil, o principal papel desempenhado pelo AMX foi substituir o EMB-326 Xavante (AT-26) em missões de ataque. Sob a designação A-1 na FAB, foram encomendados exemplares das duas versões da aeronave: AMX (caça-bombardeiro) e AMX-T (treinamento).
Atualmente, integram a frota da FAB 53 aeronaves AMX A-1, empregadas pelo primeiro e terceiro esquadrões do décimo Grupo de Aviação (1º/10º GAv - Esquadrão Poker e 3º/10º GAv - Esquadrão Centauro, respectivamente), ambos sediados na Base Aérea de Santa Maria (RS), e pelo 1º/16º GAv - Esquadrão Adelphi, sediado na Base Aérea de Santa Cruz (RJ).
Destacando-se pela robustez, raio de alcance e confiabilidade nos sistemas eletrônicos, o AMX foi o responsável pela introdução de diversos avanços tecnológicos na FAB, recebendo o apelido de "avião computador".
foto: FAB/Divulgação