O prédio foi inaugurado 1869 para abrigar o comércio de abastecimento da cidade e, 110 anos, três incêndios e uma enchente depois, foi tombado pelo Patrimônio Histórico e Cultural de Porto Alegre. Projetado com apenas um pavimento, ganhou o segundo em 1912, para abrigar escritórios e repartições.
Além de referência na venda de peixes, carnes, especiarias e produtos naturais, o espaço é palco de manifestações culturais e comunitárias - o Largo Glênio Peres, junto ao Mercado, concentra comícios, manifestações, shows e feiras.