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"Vai ser uma campanha de chegada", diz Alckmin

16 mai 2018
20h39
atualizado às 21h47
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Em baixa nas pesquisas de intenção de voto ao Palácio do Planalto, o ex-governador de São Paulo e pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, afirmou nesta quarta-feira que trabalha para crescer no momento certo.

Pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, discursa para prefeitos em Niterói
08/05/2018 REUTERS/Ricardo Moraes
Pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, discursa para prefeitos em Niterói 08/05/2018 REUTERS/Ricardo Moraes
Foto: Reuters

"A campanha não começou ainda, vai ser uma campanha de resistência, de chegada. Precisamos crescer na pesquisa na hora certa, não adianta crescer agora e cair no mês que vem", disse o tucano, que visitou uma feira de agricultura no Distrito Federal.

Em pesquisa CNT/MDA divulgada nesta semana, Alckmin aparece com 8,1% das intenções de voto no cenário em que mais pontua, o mesmo que tem um número menor de candidatos e que não inclui o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Alckmin evitou ser direto ao comentar um eventual fim da aliança do PSDB com o DEM nas eleições de outubro, que chegou a ser aventada pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), pré-candidato dos DEM ao Planalto.

Segundo o ex-governador, que também preside o PSDB, em muitos Estados os dois partidos vão estar juntos. Ele destacou que, no momento, o DEM tem um pré-candidato a presidente.

Alckmin afirmou que não se reuniu com o presidente Michel Temer para discutir uma aliança em outubro. Destacou que, no momento, a tarefa é ouvir o eleitor, debater a apresentar o melhor programa de governo.

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