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Tucanos são maioria em debate com candidatos ao governo de São Paulo

Grupo que acompanha João Doria, candidato do PSDB ao governo estadual, não tem aliados de Geraldo Alckmin, que concorre à Presidência pelo mesmo partido

16 set 2018
19h14
atualizado às 20h59
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Os tucanos são maioria e fazem barulho na plateia do estúdio da TV Gazeta durante o debate dos candidatos a governador neste domingo, 16, realizado pelo Estado em parceria com a TV Gazeta, a Rádio Jovem Pan e o Twitter. Assessores, políticos e aliados do candidato tucano João Doria o apaludiram e vaiaram o governador Márcio França (PSB) durante o primeiro confronto entre eles no primeiro bloco.

Doria não soube responder o valor da dívida do Estado com precatórios. França insistiu na pergunta e então os tucanos da plateia reagiram. O mesmo ocorreu em outros momentos em que Doria foi alvo dos adversários.

O ex-prefeito chegou à Gazeta com uma claque. Estavam com ele o prefeito Bruno Covas, o presidente do PSDB-SP, Pedro Tobias, o prefeito de Ribeirão Preto, Duarte Nogueira, ex-secretários de Doria na Prefeitura e auxiliares.

Não havia, porém, aliados de Geraldo Alckmin entre os tucanos - a exceção é Bruno Covas, que é coordenador da campanha do ex-governador ao Estado. Os demais candidatos levaram poucos convidados. No espaço reservado ao PDT, quem sentou na primeira fileira foi Marlene Matos, ex-diretora do programa da Xuxa, que está ajudando o candidato Marcelo Candido. Marlene é amiga de Ciro Gomes, candidato à Presidência do PST, há muitos anos - desde antes de ele ser governador do Ceará - e é próxima da namorada do presidenciável pedetista, Giselle Bezerra, que também trabalhou no programa da Xuxa.

No lado petista, apenas três quadros do partido em São Paulo acompanharam Luiz Marinho: Eduardo Suplicy, Antonio Donato e Vicente Candido. Na plateia, correligionários de Paulo Skaf bateram boca com tucanos durante o segundo bloco.

Após o debate, a avaliação de auxiliares de Doria após o debate é que o tucano foi bem até o embate com França sobre o precatórios. O candidato do PSDB não soube responder o valor da dívida do Estado com precatórios. Os tucanos classificam a pergunta como uma "pegadinha" que deu certo.

Estadão Conteúdo

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