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USP fica entre 100 melhores universidades na área de Saúde; veja ranking

Apesar de ter permanecido bem posicionada, instituição caiu 10 posições em relação à lista do ano anterior; levantamento da Times Higher Education mede qualidade em áreas do conhecimento

16 set 2021 08h15
| atualizado às 13h30
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Em meio à pandemia de covid-19, a Universidade de São Paulo (USP) ficou em 84.º lugar no ranking das melhores universidades do mundo na área de Saúde, a melhor colocação entre instituições brasileiras, aponta lista divulgada nesta quinta-feira, 16, pela revista britânica Times Higher Education (THE). A publicação é uma das mais importantes mundialmente em avaliação do ensino superior.

Apesar de ter permanecido entre as 100 primeiras universidades da área de Saúde, a USP caiu 10 posições em relação ao ano passado, quando ficou em 74.º lugar. Ainda assim, lidera de forma absoluta entre as instituições de ensino brasileiras em três dos quatro campos do conhecimento — Saúde, Ciências da Vida e Ciências Psicológicas. Também é a primeira da América Latina.

Já nas Ciências Exatas, divide o topo com outras duas universidades do País — a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Globalmente, instituições de ensino superior dos Estados Unidos e do Reino Unido dominam as primeiras colocações do ranking.

A Universidade de São Paulo subiu de posição em duas das listas da Times Higher Education. Na área das Ciências Biológicas, a USP agora está no grupo que vai da 126.ª à 150.ª colocação, liderando entre as instituições de ensino brasileiras. No ano passado, a universidade havia ficado na faixa entre o 151.º e o 200.º lugares. Após o 100º lugar, as instituições são classificadas em grupos. Enquanto isso, nas Ciências Exatas, a USP avançou da faixa que engloba da 501.ª à 600.ª colocações para o que vai do 401.º ao 500.º lugares.

Em Ciências Humanas, a USP registrou sua queda mais brusca, indo do grupo entre a 201.ª e a 250.ª colocações para a faixa entre o 301.º e o 400.º lugares. Mesmo com a piora, a instituição da capital paulista lidera entre as melhores universidades brasileiras também nesta categoria.

A Universidade de Oxford foi a líder global nas pesquisas da área médica. A instituição britânica foi a responsável pelos estudos que levaram à criação, em parceria com a farmacêutica anglo-sueca AstraZeneca, de uma vacina contra a covid-19, hoje a mais usada no Brasil na campanha nacional de imunização.

Para construir a lista, a THE usa 13 critérios. Entre os parâmetros, estão a quantidade de citações em publicações acadêmicas, o grau de internacionalização, o ambiente de aprendizado, volume de projetos de inovação, entre outros.

Estadão
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