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Summit debate a educação depois da pandemia de covid

Gratuito, evento ocorre a partir de quarta-feira; ainda é possível fazer a inscrição para o evento, totalmente online

13 set 2021 05h10
| atualizado às 08h21
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Ocorre nesta semana, entre os dias 15 e 17, a edição deste ano do Summit Educação, promovido pelo Estadão. O evento, 100% online, gratuito e ao vivo pretende fazer uma análise a respeito do que o sistema de ensino perdeu neste longo período em que as escolas permaneceram fechadas por conta da pandemia do coronavírus.

Haverá debates sobre ensino remoto e a respeito da grande transformação pela qual passam professores e alunos. O interessado em participar poderá se inscrever por meio da internet, basta acessar o site summiteducacaoestadao.com.br.

Um dos pontos altos do evento será a participação de Paulo Blikstein. Ele é professor da universidade de Columbia nos Estados Unidos e abre o evento, no dia 15. Recentemente, Paulo publicou um estudo sobre a tecnologia na educação durante a pandemia. Nele, o especialista defende que não deve mais existir a discussão a respeito do uso da tecnologia no ensino, o momento é debater como usá-la da melhor maneira.

Ainda no dia 15, um debate conduzido por Renata Cafardo, repórter especial e colunista do Estadão, pretende discutir se a escola precisa ser presencial. Participam Maria Helena Guimarães de Castro, presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE) e Marlova Jovchelovitch, diretora da Unesco.

No dia 16, um dos módulos do Summit debaterá o que muda na forma de avaliar os alunos após a pandemia. Enquanto exames internacionais já se adaptam, como o Pisa, fica a dúvida sobre o que deve ocorrer com as provas nacionais - Saeb, Prova Brasil e Enem. Já no dia que encerra o evento, haverá um debate a respeito do tempo em que ainda vamos adotar o modelo de ensino superior à distância. Partindo da afirmação de que muitas faculdades e universidades ainda adotam o modelo remoto, o debate pretende mostrar que vantagens as instituições e alunos enxergam neste formato - mesmo após o fim da pandemia do coronavírus.

Estadão
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