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Secretário Nacional de Cultura abre diálogo com Frente Parlamentar em Defesa da Indústria da Música

Frente Parlamentar tratará de temas como as cidades da música e entraves técnicos que dificultam o desenvolvimento do mercado musical.

18 jun 2019
14h42
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O mercado da música tem demonstrado resultados favoráveis em relação a outros agentes que movimentam a economia. Os dados da  IFPI (International Federation of the Phonographic Industry) mostram que o país ocupa a 10a colocação em músicas gravadas, em 2018, com um faturamento na base de US$ 298,8 Milhões, isto sem contar o setor de showbiz, equipamentos musicais e a movimentação da economia conexa aos eventos realizados.

Foto: Divultação / DINO

Com mudança proposta pelo Governo Bolsonaro de transformar o Ministério da Cultura em Secretaria, sob a tutela do Ministério das Cidades, a Fremúsica - Frente Parlamentar Suprapartidária em Defesa da Indústria da Música - surgiu com o intuito de trabalhar com o aspecto pragmático da atividade. "Já existem diversas frentes defendendo a cultura, nosso negócio é fazer com que a música tenha menos mecenato e mais sustentável para todos que trabalham neste setor", explica o Deputado Roberto Pessoa, presidente da Fremúsica - Frente Parlamentar Suprapartidária em Defesa da Indústria da Música.

Secretaria de Cultura

No próximo dia 25 de junho, o presidente da Fremúsica, Deputado Roberto Pessoa, os vice-presidentes Henrique Fontana (PT), Pedro Augusto Bezerra (PTB) e Sebastião Oliveira (PL) e o Presidente do Conselho e da ANAFIMA - Associação Nacional da Indústria da Música, Daniel Neves, terão audiência com Henrique Medeiros Pires, Secretário da Cultura do Governo Bolsonaro, no Ministério da Cidadania. "Nossa conversa vai do direito autoral ao setor do showbiz, estamos dialogando com agentes das diversas esferas que atuam neste negócio", pontua Daniel Neves, presidente do Conselho.

O objetivo do grupo é desenvolver e desburocratizar as atividades relacionadas ao mercado da música, impulsionando a cadeia produtiva de forma a garantir a sustentabilidade das atividades.

Entre as bandeiras da Fremúsica, estão o apoio ao setor produtivo, como fabricação e importação de instrumentos, som profissional e automotivo, proteção do direito autoral para compositores, incentivo à prática musical, às bandas e fanfarras e, por fim, o desenvolvimento de políticas nacionais que viabilizem a música a ser tratada, além do seu valor cultural, como meio de  desenvolvimento econômico possibilitando a expansão de 'cidades da música' no Brasil.

Segundo Daniel Neves, que Preside o Conselho, "A perspectiva do encontro é ampliar o diálogo com o Governo e empresas. A estrutura da indústria da música não pode ter o governo como um eterno mecenas, nem atrapalhando". É hora de fazer música.



Website: http://www.anafima.com.br

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