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Se nada mudar, o Brasil terá 11,3 milhões de crianças obesas até 2025

6 ago 2018
14h46
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Entidades de saúde alertam que, se não houver uma mudança de rumo, o Brasil, assim como a população global, enfrentará um forte crescimento de doenças associadas à obesidade, como diabetes, pressão arterial elevada e doenças de fígado.

Foto: Alimentação saudável das crianças / DINO


Os pesquisadores de um importante estudo, coordenado pela universidade inglesa Imperial College London e pela Organização Mundial da Saúde (OMS), alertam que, se a obesidade continuar crescendo nos níveis das últimas décadas, em cinco anos o mundo terá mais crianças e adolescentes obesos do que com baixo peso.


Sem uma mudança de hábitos, em menos de uma década a obesidade pode atingir 11,3 milhões de crianças no Brasil, de acordo com um alerta divulgado pela Federação Mundial de Obesidade.

Vilões

A principal razão para a alta de peso na população mais jovem é o consumo de alimentos ricos em açúcar e gordura, principalmente os industrializados.

"Essas tendências preocupantes refletem o impacto da publicidade da indústria alimentícia e das políticas públicas ao redor do globo, com alimentos saudáveis e nutritivos se tornando algo muito caro para famílias e comunidades pobres", afirmou em um comunicado a pesquisadora que liderou o estudo publicando na Lancet, Majid Ezzati, da Escola de Saúde da Imperial College London.

No Brasil a tendência é semelhante. Nas últimas quatro décadas, o índice de obesidade entre meninos saltou de 0,93% para 12,7%. Entre meninas, o crescimento foi menor, mas ainda assim elevado: passou de 1,01% em 1975 para 9,37% no ano passado, de acordo com dados compilados pela rede de cientistas de saúde NCD Risk Factor Collaboration, utilizados na pesquisa.


Questão de status

Assim como nos outros países pesquisados, a elevação dos níveis de obesidade no Brasil está relacionada ao maior consumo de produtos industrializados, ricos em açúcar e gorduras.

Estimativa da organização aponta que, em 2025, 150 mil crianças e jovens no Brasil desenvolverão diabetes tipo 2, enquanto 1 milhão terão pressão arterial elevada. Outro dado alarmante é o número de crianças e jovens brasileiros que sofrerão com gordura no fígado - cerca de 1,4 milhão, segundo a entidade.


Este importante estudo foi publicado na revista científica britânica The Lancet, no final de 2017, e chamou a atenção de Rafael Gesualdi, levando-o a fundar o Anima Nutri, startup que tem como propósito ajudar a diminuir o sobrepeso e a obesidade infantil no Brasil.

"A cada três crianças no Brasil, uma está acima do peso. Desenvolvemos o Anima Nutri para ajudar mães e pais, a fazerem seus filhos entre dois e seis anos de idade, comerem frutas, legumes e verduras diariamente.", afirmou Gesualdi.

O Anima Nutri são figuras divertidas, projetada para aplicação nas frutas, legumes e verduras das crianças, para incentivar e transformar o seu consumo em uma divertida brincadeira.

As figurinhas são sensíveis à umidade, cada unidade possui menos de 1 caloria e são compostos por ingredientes naturais, não contém glúten, nem lactose e é zero açúcar.

O Anima Nutri estará disponível para envio em todo o Brasil, acesse www.animanutri.com.br para saber mais.



Website: http://www.animanutri.com.br

DINO Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra
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