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Reabilitação à distância: em tempos de pandemia, telemedicina promove continuidade no tratamento

Em período de distanciamento social a tecnologia de telemedicina proporciona reabilitação à pessoa com deficiência física de forma online

10 jul 2020
10h46
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Os desafios da reabilitação à distância da pessoa com deficiência podem ser perceptivos tanto pelos pacientes e terapeutas, quanto por familiares ou responsáveis. Participar das aulas online exige um maior apoio no uso da tecnologia, ainda desconhecida por parte dos pacientes. Além disso, soma-se o fator internet e local apropriado para acompanhar as oficinas como quarto ou sala. Essa questão pode ser um desafio para alguns no começo, mas a adesão é cada vez maior.

Foto: DINO / DINO

Com o objetivo de dar continuidade no tratamento, desde o começo de junho, o Instituto de Reabilitação Lucy Montoro, de São José do Rio Preto/SP, forneceu aos pacientes telas de pintura, tintas e pincéis para que a oficina pudesse continuar de casa. Além da possibilidade de participarem das aulas de canto e dança.

Estas aulas são oferecidas a todos os pacientes em reabilitação na instituição desde sua inauguração, em 2011, e tem objetivos educacional e terapêutico. Com a chegada na pandemia do novo coronavírus o contato com o terapeuta sofreu adaptações e, agora, é realizado em uma sala com um computador e uma webcam, possibilitando o contato em forma de áudio, vídeo e interações por texto.

Em uma iniciativa pioneira na Rede Lucy Montoro, a diretora da unidade de Rio Preto, Dra. Regina Chueire, destaca a importância desta continuidade. "A rede Lucy Montoro está preocupada com a qualidade de vida dos pacientes em todos os aspectos. Com estas oficinas, orientada pela equipe multiprofissional, é possível reabilitar os pacientes de forma mais descontraída e eficaz. Além de serem lúdicas, as atividades ajudam a recobrar autoestima e trabalham coordenação também", afirmou Dra. Regina.

Professora da oficina de pintura, Sagramour Benedicto explica como acontecem as aulas à distância. "Cada aluno recebeu um kit com tintas, pincéis e telas para darem continuidade às atividades em casa. E mesmo com a dificuldade motora que alguns possam ter, o ato de pintar estimula não só a movimentação, mas também o cérebro em sua parte criativa", afirmou a professora.



Website: http://www.redelucymontoro.org.br/site/interior/sao-jose-do-rio-preto.html

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