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Investir em sistemas antifraudes não é luxo, é necessidade

Seja no segmento físico ou no online, nenhum negócio está imune a passar por qualquer tipo de violação.

26 jul 2017 - 17h32
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O número de fraudes virtuais no Brasil cresce consideravelmente ano após ano. Em 2016, 42 milhões de brasileiros foram vítimas de crimes online, 10% a mais do que 2015. De acordo com a Norton, provedora global de soluções de segurança cibernética, o prejuízo total da prática para o país foi de US$ 10,3 bilhões.

Com cifras nada tímidas, apostar em sistemas antifraude não é luxo, mas necessidade. Seja no segmento físico ou no online, nenhum negócio está imune a passar por qualquer tipo de violação. Apesar do montante investido em medidas contra ameaças - foram US$ 5,5 bilhões em 2016 segundo a Kroll - as empresas precisam adotar inteligência no processo, otimizando suas operações.

Há diversas formas de se evitar uma violação. Uma delas é contratar um sistema de confirmação cadastral, para identificar as possíveis fraudes em compras online. Assim, há a validação de informações como idade, telefone, nome de parentes e até o signo dos clientes no ato da compra. Isso faz com que todas as transações sejam analisadas, não apenas as classificadas como 'possíveis golpes´.

Essas soluções auxiliam as companhias na prevenção de golpes por reunir e solicitar dados variados e pessoais que o fraudador não tem sobre a vítima. Além disso, são bem mais baratas do que uma análise completa de antifraude. E-commerces, lojas que abrem crediário para os consumidores, bancos digitais, empresas que administram campanhas de fidelidade podem investir em tais medidas.

Antifraude em lojas e-commerce

Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), a previsão de receita para o comércio eletrônico em 2017 será de R$ 60 bilhões. Nada bobos, os hackers se aproveitam de qualquer brecha para realizar os ataques, que geralmente acontecem por meio de robôs que fazem testes de segurança em diversas páginas e servidores. No caso do comércio online, o mais comum é o roubo de dados dos clientes.

Para auxiliar análises antifraude em processos de aprovação de crédito, a UnitFour criou o CheckApp. A solução funciona em formato de quiz, apresentando questões alternativas sobre dados cadastrais do consumidor e analisando a probabilidade de golpes. Todas as informações são extraídas após o comprador informar o CPF.

Assim, é possível gerenciar e personalizar a plataforma do jeito que desejar. Além disso, há uma triagem inicial, ou seja, quem não é enquadrado no perfil de fraudador tem a liberação da sua compra em um tempo ainda menor.

A solução é um investimento essencial para qualquer e-commerce, pois a ausência de um sistema antifraude pode acarretar em grandes prejuízos - em dinheiro e em reputação - para o seu negócio.

*Gabriel Teixeira é sócio-fundador da Unitfour , empresa brasileira referência em fornecimento de dados para as áreas de cobrança, call centers, risco, crédito, antifraude, CRM, e marketing

DINO Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra
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