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Deficientes auditivos cobram inclusão em escolas públicas por meio do ensino de Libras

19 fev 2019
13h48
atualizado às 18h18
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Os surdos estão cobrando inclusão no sistema regular educacional, incluindo como ensino obrigatório a Libras (Língua Brasileira de Sinais) nas escolas públicas. Integrada pela lei em 2002, a Libras passou a ter maior visibilidade graças ao discurso da primeira dama Michelle Bolsonaro, durante o evento de posse.

Ainda que existam instituições que não possuem acesso ao ensino de Libras, como a Derdic, que tem vínculo com a Fundação de São Paulo e a PUC de São Paulo e atua pesquisando e fornecendo atendimento clínico para as pessoas surdas, o surgimento de cursos de extensão para capacitação de professores e funcionários escolares já permite que escolas regulares ofereçam essa acessibilidade.

Hoje, existem cursos de capacitação que visam tornar os profissionais de educação aptos a lidar com as adversidades e peculiaridades que cada aluno especial tem, viabilizando e otimizando a comunicação dentro da sala de aula.

Principais desafios para alunos surdos

No país, ainda há mais alunos com deficiência fora da sala de aula do que em uma escola regular. A cada 10 crianças ou adolescentes com deficiência e em idade escolar, apenas 4 têm contato com os direitos que estão previstos em lei.

Ainda que sejam considerados todos os projetos que já foram ou estão sendo criados pelas secretarias municipais e estaduais, com vínculos de institutos especializados para ter o suporte e orientação necessários, as dificuldades não deixam de existir, tanto em ordem operacional e pedagógica, quanto em técnica, e até mesmo física (nos prédios escolares).

Soluções inclusivas

Os alunos surdos devem ser integrados às escolas e, para tal, a socialização com os demais estudantes é fundamental. Essa integração favorece crianças e adolescentes em seu desenvolvimento, tanto no papel social e inserção na comunidade a qual pertencem (podendo participar e se sentirem úteis) quanto em termos de evolução física, aprendizagem, capacitação para o mercado de trabalho, autoestima etc.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Brasil, existem cerca de 9 milhões e 700 mil pessoas com deficiência auditiva. Desse montante, apenas 2 milhões e 700 mil utilizam a Língua Brasileira de Sinais.

Na busca por soluções para o problema de acessibilidade, instituições educacionais desenvolveram cursos de educação inclusiva e, mais especificamente, de Libras, no intuito de otimizar a integração de alunos surdos ao ambiente escolar regular.

Capacitação de professores e funcionários

O portal Estude Sem Fronteiras, pertencente à Faculdade Metropolitana do Estado de São Paulo, que se localiza na cidade de Ribeirão Preto, oferece mais de 780 cursos que são vendidos para todo o país. São cursos de Extensão, Aperfeiçoamento e Pós-Graduação.

Os cursos abordam, inclusive, questões relacionadas às políticas e leis que garantem a inclusão de alunos surdos, como, por exemplo: "Sociologia da Acessibilidade"; "Educação Inclusiva"; "Educação Inclusiva com Ênfase em Libras"; "Formação para Instrutor e Interlocutor de Libras"; "Políticas Educacionais e a Educação Inclusiva"; "Psicologia, Inclusão e Diversidade"; "Libras e Surdez"; entre outros.

Navegue pelo site para conhecer melhor o portal Estude Sem Fronteiras e, além disso, conferir todas as opções de cursos online.



Website: https://www.estudesemfronteiras.com/

DINO Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra

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