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Corrupção, crise, tenso, mudança e vergonha são candidatas à #PalavraDoAno2017

1 nov 2017
14h19
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Como você resumiria o ano de 2017? Em busca dessa resposta, a consultoria CAUSE, em parceria com o Instituto Ideia Big Data, ouviram a opinião de mais de 9 mil pessoas de todo o país. O resultado reflete um ano marcado por denúncias e investigações: corrupção, crise, tenso, mudança e vergonha são as cinco finalistas. A partir de agora, as cinco palavras passarão por um novo processo de escolha popular que elegerá a #PalavraDoAno2017.

Foto: DINO

"Apesar de vivermos tempos polarizados, o balanço da pesquisa até agora mostra um viés pessimista da sociedade", destaca Leandro Machado, sócio da CAUSE, idealizadora do projeto. "A avaliação vai ao encontro do que aferimos em 2016, quando a palavra escolhida foi indignação", completa.

Na primeira fase da pesquisa, mais de 1 000 palavras diferentes foram citadas espontaneamente. A ferramenta usada no levantamento foi o aplicativo PiniOn, do Ideia Big Data, que tem mais de 680 00 respondentes em sua base de dados. A partir da análise das 40 palavras mais citadas, os especialistas elegeram as cinco finalistas que seguem para uma nova rodada de voto popular. "A Palavra do Ano reflete, de maneira sintética, o sentimento da população atualmente, e por isso é um referencial importante para entender o espírito da época", explica Rodolfo Guttilla, sócio da CAUSE.

Para o escritor e cientista político Jorge Caldeira, as cinco palavras finalistas revelam um viés crítico da sociedade atual. "Independentemente da palavra escolhida, estamos diante de uma situação que o brasileiro quer superar", analisa. Já para Ricardo Arnt, "participar desta escolha das palavras finalistas é um grande privilégio, pois antecipamos um balanço do ano e avaliamos o sentimento do brasileiro com relação aos acontecimentos do país ao longo de 2017".

A Palavra do Ano é uma tradição ocidental desde a década de 1970, quando a Society of German Language passou a selecionar o vocábulo que melhor resume o espírito da época. Desde então, a ideia se espalhou pelo mundo, com processos de seleção distintos entre si. Nos Estados Unidos e Inglaterra, por exemplo, o dicionário Oxford é uma das instituições que escolhe a palavra do ano.

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