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Cinco mudanças que a tecnologia trouxe para o mercado de leilões

7 nov 2018
19h20
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A tecnologia mudou o mundo e transformou praticamente todos os setores da sociedade. Com os leilões, evidentemente, não foi diferente. O surgimento de novas soluções e a consolidação da Internet nas últimas três décadas permitiram que esse mercado pudesse atrair um novo público-alvo e otimizar uma série de processos burocráticos. Hoje, quem não fizer uso destes recursos será superado pela concorrência e certamente perderá sua relevância no segmento. Confira cinco mudanças que reforçam como a tecnologia moldou os leilões:

Publicação de leilões: Antigamente era preciso checar os jornais e conferir os editais abertos e as pessoas perdiam diversas oportunidades. Hoje, a situação está bem mais fácil. As próprias empresas que organizam leilões postam um calendário completo com todas as suas oportunidades oferecidas. Com filtros e cadastros, é possível até receber as melhores ofertas por e-mail ou ser impactados por anúncios na internet.

Geração de edital: Este documento é a parte mais importante de um leilão. Ele contém todas as informações referentes ao processo de negociação, incluindo valor e condição de pagamento. Sem a vantagem da tecnologia, o edital precisava ser publicado em um jornal de grande circulação na cidade ou região que iria abrigá-lo. Hoje, o edital pode ser lido e obtido facilmente na página da empresa leiloeira responsável através da Internet.

Processo de pós-venda: A tecnologia facilitou e otimizou o procedimento do pós-venda em um leilão. Antigamente, além de ter que estar presente no local, a pessoa deveria ter toda a documentação exigida pelo edital em mãos e estar com o talão de cheque para efetuar o pagamento do bem e a comissão do leiloeiro. Com a modalidade online em alta, o usuário recebe por e-mail todas as orientações para pagamento, podendo até mesmo realizar a transação via Internet sem complicação.

Busca de documentos: Ao arrematar um lote em algum leilão, a pessoa deve tratar de todos os documentos necessários para garantir a posse do bem. Em um leilão presencial, isso é feito diretamente entre as partes envolvidas, mesmo se houver necessidade de ação judicial. Em um leilão online a responsabilidade de ir atrás dos documentos segue com o comprador, mas ele receberá todas as informações da empresa responsável pela negociação e contará com um suporte de atendimento para tirar todas as dúvidas.

Participação democrática: No passado, um interessado em participar de um leilão deveria comparecer até o local onde estava acontecendo o pregão e atender uma série de requisitos de documentações. Hoje, isso não é mais necessário. Com um dispositivo conectado à Internet é possível participar e dar lances de onde a pessoa estiver. Isso ampliou a quantidade de participantes e deixou o processo mais transparente e simplificado.

*Jean Moreno é responsável pela área de Tecnologia da Informação da Zukerman Leilões

DINO Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra

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