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Taxa de ocupação de UTIs para covid-19 no Rio chega a 93%

Com alta de casos, Estado decidiu abrir 214 leitos e suspender cirurgias eletivas que não sejam de alta complexidade em dezembro

25 nov 2020
10h57
atualizado às 11h20
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O Rio voltou a ter um patamar preocupante de ocupação de leitos de UTI para o combate à covid-19. Nesta quarta-feira, 25, a taxa de ocupação para tratamento intensivo da doença chegou a 93% na rede SUS. Os números englobam os leitos de unidades municipais, estaduais e federais.

UTI do hospital de campanha Lagoa-Barra, no Rio de Janeiro
02/07/2020
REUTERS/Ricardo Moraes
UTI do hospital de campanha Lagoa-Barra, no Rio de Janeiro 02/07/2020 REUTERS/Ricardo Moraes
Foto: Reuters

Se forem considerados também os municípios da Baixada Fluminense, ao todo 146 pacientes aguardavam transferência para leitos especializados. Deste total, 73 eram para UTIs.

Além dos níveis alarmantes nas UTIs, a taxa de ocupação de leitos de enfermaria para tratamento do novo coronavírus na caputal estão em 70%. Os dados são da Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

Ao todo, a rede SUS da capital tinha na manhã dessa quarta 1.087 pessoas internadas em leitos voltados ao combate à covid-19, sendo 513 em UTI. Desse total, 541 pacientes estão em unidades de saúde do município, sendo 264 em UTIs.

Novas medidas

Nesta segunda-feira, 23, o governo estadual anunciou duas novas medidas para ampliar a capacidade de atendimento da rede de saúde: a "mobilização e abertura" de 214 leitos em sete unidades de saúde e a suspensão de cirurgias eletivas que não sejam de alta complexidade a partir de 7 de dezembro. Cirurgias oncológicas, bariátricas, vasculares, ortopédicas e neurológicas serão mantidas.

Veja também:

Como as novas variantes do coronavírus podem afetar a vacinação contra covid
Estadão
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