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Pentágono torna vacina da Pfizer obrigatória para servidores

A nova ordem acontece dias depois de a FDA aprovar a vacina

25 ago 2021 12h45
| atualizado às 12h54
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O Pentágono ordenou nesta quarta-feira, 25, que todos os servidores na ativa sejam inoculados com a vacina contra Covid-19 da Pfizer Inc/BioNTech SE, dias depois de a Agência de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) conceder sua aprovação plena à vacina.

26/02/2021
Brandon Woods/Marinha dos EUA/Divulgação via REUTERS
26/02/2021 Brandon Woods/Marinha dos EUA/Divulgação via REUTERS
Foto: Reuters

Em um memorando visto pela Reuters, o Pentágono ordenou que os militares iniciem o processo imediatamente, mas não estabeleceu um cronograma específico para sua finalização.

No início da semana, a instituição disse que tal medida estava a caminho.

Os militares dos EUA dizem que cerca de metade das Forças Armadas já está totalmente vacinada, um número que aumenta consideravelmente quando se contam somente tropas na ativa e se exclui a Guarda Nacional e reservistas.

As taxas de vacinação são maiores na Marinha, que sofreu um surto de grande repercussão a bordo de um porta-aviões no ano passado.

Como os militares norte-americanos na ativa costumam ser mais jovens e em forma, relativamente poucos deles morrem em resultado da Covid-19.

O imunizante da Pfizer se tornou a primeira vacina contra Covid-19 a ser totalmente aprovada pela FDA.

A agência, que deu uma autorização emergencial para a vacina de duas doses em dezembro, forneceu sua aprovação plena para uso em pessoas de 16 anos ou mais com base em dados atualizados do teste clínico das empresas e em uma análise de fabricação.

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