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Tempo volta a ficar seco na Região Sul

Nuvens carregadas que trouxeram temporais perdem força e sol volta a predominar

16 abr 2019
15h38
atualizado às 15h56
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As nuvens carregadas que voltaram a se formar sobre o Sul do país trazendo chuva intensa e volumosa, tendem a perder força nesta quarta-feira (17). O sol reaparece e a previsão é de aberto e firme na maioria das áreas. 

Ar seco ganha força 

A instabilidade enfraquece por quase todo o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e o Paraná e volta a fazer sol nesta quarta. Ainda no leste gaúcho e na Grande Porto Alegre, a nebulosidade persiste, mas não há previsão de chuva. 

A região de Tramandaí, que recebeu 99 mm de chuva em 12 horas, pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), continua com chuva a qualquer hora. O litoral de Santa Catarina pode começar o dia com chuva fraca, mas depois o sol aparece, sem chuva ao longo do dia. 

O ar vai ficar seco sobre grande parte do Sul pelo menos até a sexta-feira (19) de Páscoa. Os dias devem começar com formação de nevoeiro, por isso atenção, quem for pegar a estrada. A chuva  retorna no sábado (20), quando uma nova frente fria avança e associada à outros sistemas meteorológicos, volta a deixar o tempo instável. O fim de semana vai começar com chuva no Rio Grande do Sul, no interior de Santa Catarina e no oeste do Paraná. 

Mar agitado 

Rajadas de vento de 40 km/h a 60 km/h poderão ser observadas no litoral do Rio Grande do Sul. A Marinha do Brasil emitiu alerta para mar agitado e risco de ressaca em todo o Sul no decorrer desta quarta-feira. 

Foto: Climatempo
Foto: Angela Ruiz Curitiba/PR.

Muita chuva em 24 horas 

A chuva intensa que atingiu áreas do Sul entre a noite da segunda-feira (15) e esta terça-feira (16) foi resultado da atuação de um cavado meteorológico em níveis médios da atmosfera e da formação de um sistema de baixa pressão atmosférica no mar. 

Vários municípios gaúchos registraram acumulados entre 25 a 100 mm em 24 horas. Choveu 56,6 mm na estação automática do INMET em Porto Alegre. A chuva forte na região metropolitana provocou alagamentos e queda de árvores. Em Alegrete, na fronteira oeste, o vento forte destelhou pelo menos 30 casas. 

Climatempo

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