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Com restrições, Anvisa aprova importação da Covaxin e Sputnik

Decisão, no entanto, não liberou uso emergencial para todos

5 jun 2021 10h23
| atualizado às 10h56
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Após mais de sete horas de reuniões, os diretores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizaram na noite desta sexta-feira (4), com restrições, a importação das vacinas anti-Covid Covaxin, do laboratório indiano Bharat Biotech, e Sputnik V, do russo Instituto Gamaleya de Pesquisa em Epidemiologia e Microbiologia.

Anvisa autorizou importação de 4 milhões de doses da Covaxin
Anvisa autorizou importação de 4 milhões de doses da Covaxin
Foto: EPA / Ansa - Brasil

A decisão, no entanto, é apenas para lotes específicos dos dois imunizantes e não configura a autorização para uso emergencial na população brasileira.

Em relação à vacina russa, a importação de doses será restrita para o equivalente a 1% da população de cada um dos seis estados que solicitaram a importação: Bahia, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Piauí e Sergipe. Já no caso da Covaxin, foram autorizadas a importação de quatro milhões de doses.

A mudança na posição anterior, que havia sido de rejeição da importação, foi causada por conta de novos documentos recebidos pela Anvisa. No entanto, segundo os técnicos, ainda há várias incertezas técnicas na produção e nos dados apresentados pelos próprios laboratórios. Por isso, a aplicação dessas doses deve seguir um protocolo de uso controlado.

Atualmente, o Brasil tem a aprovação de quatro vacinas anti-Covid: a CoronaVac, da Sinovac Biotech e que é produzida localmente pelo Instituto Butantan; a Vaxzevria, da Universidade de Oxford e AstraZeneca e que será produzida pela Fundação Oswaldo Cruz; a Cominarty, da Pfizer/BioNTech; e o imunizante da Janssen. .
   

Ansa - Brasil   
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