"Quando estamos juntos, as pessoas olham como se fôssemos um jogo dos 7 erros", diz mãe por adoção

Em geral, a sociedade ainda valoriza os laços sanguíneos nos núcleos familiares, o que reflete na aceitação de famílias inter-raciais, afirma a professora Silvia Leticia Fructuoso, de 38 anos. Ela e o marido Gilson Pereira da Silva, de 41, são brancos e adotaram Franciele, negra, hoje com 7 anos. "O racismo aparece velado em várias situações, e é algo que conversamos com a Fran", conta Silvia. "Mesmo que a gente não passe pelas mesmas situações que ela vai passar, vamos estar do lado dela no que for preciso".

Estadão
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