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Índios em MG: "não podemos pescar... o rio morreu para nós"

"Não podemos tomar banho, não podemos pescar... O rio morreu para nós", disse à BBC Brasil o indígena Aiá Krenak, enquanto contemplava as plácidas águas do rio Doce, contaminadas pela lama espessa que escoa há dez dias de duas barragens de rejeitos de Mariana, a 100 km de Belo Horizonte. Os krenak vivem em uma tribo de cerca de 350 índios atravessada pelo rio, a poucas dezenas de quilômetros da fronteira entre Minas Gerais e Espírito Santo. Tida como sagrada há gerações, toda a água utilizada pelos índios para consumo, banho e limpeza vinha dali.

BBC News Brasil
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