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Rede pede que filiados não votem em Bolsonaro

Partido da presidenciável Marina Silva anunciou que, independentemente de quem seja eleito, seu partido será oposição ao governo

11 out 2018
10h28
atualizado às 15h35
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A Rede, partido da presidenciável Marina Silva, anunciou que será oposição a qualquer candidato que for eleito no segundo turno da disputa pelo Palácio do Planalto, mas recomendou que seus filiados e simpatizantes "não destinem nenhum voto" ao candidato do PSL, Jair Bolsonaro.

O partido frisou que tanto o candidato do PT, Fernando Haddad, como Bolsonaro representam "projetos de poder prejudiciais ao país", e que a Rede não se alinha e não apoia nenhum deles.

A Rede, partido da presidenciável Marina Silva, anunciou que será oposição a qualquer candidato que for eleito no segundo turno da disputa pelo Palácio do Planalto, mas recomendou que seus filiados e simpatizantes "não destinem nenhum voto" ao candidato do PSL, Jair Bolsonaro
A Rede, partido da presidenciável Marina Silva, anunciou que será oposição a qualquer candidato que for eleito no segundo turno da disputa pelo Palácio do Planalto, mas recomendou que seus filiados e simpatizantes "não destinem nenhum voto" ao candidato do PSL, Jair Bolsonaro
Foto: Reuters

"Por outro lado, é impossível ignorar que o projeto de Bolsonaro, conforme tem sido reiteradamente afirmado, representa um retrocesso brutal e inadmissível em três pontos muito caros aos princípios e propósitos da Rede", afirmou o partido em nota com data de quarta-feira.

A Rede afirmou que o projeto de Bolsonaro ataca os direitos das comunidades indígenas e quilombolas, despreza os direitos humanos e a diversidade, pretende desmontar a estrutura de proteção ambiental existente no país e ameaça a democracia.

"A Rede Sustentabilidade recomenda que seus filiados e simpatizantes não destinem nenhum voto ao candidato Jair Bolsonaro e, isso posto, escolham de acordo com sua consciência votar da forma que considerem melhor para o país", afirma a nota.

Marina ficou em 8º lugar no primeiro turno da eleição presidencial, com 1 por cento dos votos válidos. Jair Bolsonaro, do PSL, teve 46 por cento e Fernando Haddad, do PT, 29 por cento.

Na quarta-feira, o PDT anunciou apoio crítico a Haddad, enquanto DEM, PR e PRB liberaram seus correligionários para apoiar qualquer um dos dois candidatos no segundo turno. O PSDB já havia liberado seus filiados para expressar apoio a Haddad ou Bolsonaro.

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