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Senado fecha acordo sobre comissões; MDB comandará CCJ

Após promessa do presidente Davi Alcolumbre, do DEM, quase todos os partidos terão representação nos colegiados

12 fev 2019
16h43
atualizado às 17h14
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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), confirmou nesta terça-feira que houve consenso para a divisão das 13 comissões da Casa. Pelo acordo fechado na reunião de líderes hoje, quase todos os partidos terão representação em algum dos colegiados.

O desfecho era compromisso de campanha de Alcolumbre, que prometeu distribuir os poderes do Senado com todas as legendas. O acordo inclui espaço para partidos com apenas um senador, como é o caso de PRB e PSC, e até mesmo para o MDB, que saiu derrotado na eleição interna.

Novo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), rodeado por senadores
02/02/2019
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agencia Brasil/Handout via REUTERS
Novo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), rodeado por senadores 02/02/2019 Fabio Rodrigues Pozzebom/Agencia Brasil/Handout via REUTERS
Foto: Reuters

Dos 16 partidos com representação na Casa, apenas cinco não devem eleger presidentes de colegiados: PDT, PPS, PR, PSB e PROS. Como todos os partidos aceitaram a divisão, as eleições dos presidentes de cada comissão deve acontecer por aclamação na sessão marcada para esta quarta-feira, 13.

"Chegamos a um consenso sobre a composição das 13 comissões. Acordo deve ser oficializado por aclamação amanhã, às 10h. Hoje votaremos acordos interacionais", afirmou Alcolumbre.

Ficou definido que o MDB indicará o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que deve ficar a cargo da senadora Simone Tebet (MS), e o PSD presidirá a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), a cargo do senador Omar Aziz (PSD-AM). O MDB também irá indicar o presidente da Comissão Mista de Orçamento (CMO), cujo nome deve ser o do senador Marcelo Castro (MDB-PI).

Estadão

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