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'Querem atribuir a mim acusações que não fiz', diz Bruno Daniel

14 set 2020
12h39
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Pré-candidato do PSOL à prefeitura de Santo André (SP), o professor de Economia Bruno Daniel (PSOL) concorre pela primeira vez a uma eleição. Ao lado da família, Bruno defendeu a apuração do crime, independentemente da possibilidade de as investigações atingirem a imagem de Celso ou a do PT.

Em 2006, teve que deixar o Brasil com a família. Ele foi alvo de ameaças de morte após depor na CPI dos Bingos, que investigava um esquema de propinas para o PT. Na ocasião, chegou a acusar dirigentes petistas de receber propina, o que foi negado pelo partido.

Após 18 anos, a morte de Celso ainda suscita polêmica. "Nunca falei que o PT estava envolvido nisso. Sempre disse: é necessário investigar o que aconteceu e, se os investigados têm ou não vínculo com o partido, isso deve ser obtido a partir das apurações. Muitos querem atribuir a mim acusações ao PT que eu nunca fiz", afirma. "Instalou-se no governo do Celso uma máfia, e máfia atua de um jeito que sai de qualquer tipo de lógica racional." De volta ao Brasil, em 2012, Bruno rompeu com o PT, partido do qual foi fundador. Agora diz querer o resgate do legado de Celso.

De família tradicional - seu pai, Bruno José Daniel, dá nome ao estádio municipal - o pré-candidato diz que interesses em comum levaram ele e o irmão a fazer mestrado em Administração e Planejamento Urbano na FGV. "Foi no mestrado que começamos a despertar para a política. Foi a primeira vez que a gente estudou Marx, Lenin e Trotsky." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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