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Luiza Trajano: não sou candidata e não atendi as ofertas

Luiza Trajano é a única a mulher a figurar na lista da revista Forbes como uma das pessoas mais ricas do mundo na 8ª posição.

26 set 2021 19h28
| atualizado às 21h09
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A presidente do Conselho de Administração do Magazine Luiza, a empresária Luiza Helena Trajano, que participa neste domingo, 26, de evento do Parlatório, grupo que reúne formadores de opinião de todo Brasil, negou que entrará na vida pública para disputar qualquer cargo eletivo.

"Não sou candidata e não atendi as pessoas que me procuraram, disse a empresária, uma das líderes do movimento Mulheres do Brasil, que hoje reúne, segundo ela, 95 mil mulheres.

Luiza Trajano é a única a mulher a figurar na lista da revista Forbes, divulgada no dia 18 deste mês, como uma das pessoas mais ricas do mundo na 8ª posição.

Luiza Trajano: não sou candidata e não atendi as ofertas
Luiza Trajano: não sou candidata e não atendi as ofertas
Foto: Renato S. Cerqueira / Futura Press

Em resposta a provocações feitas pelo ex-presidente Michel Temer, no início do evento, que perguntou sobre a possibilidade de ela entrar na política, Luiza Trajano disse que "não conheço do churrasco político, mas aprendi a cheirar desse churrasco".

A empresária disse não ter condição de assumir um cargo político, mas afirmou que o grupo de mulheres que lidera é o maior partido político feminino do mundo e prometeu atuar politicamente por entender que um grupo com 100 mil pessoas tem força para colocar pautas para o Congresso e para o governo.

"Então, presidente Michel Temer, não sou candidata a presidente, nem a vice e a cargo nenhum. Não sou candidata, mas sou candidata a liderar uma frente de 100 mil mulheres", disse acrescentando que um dos objetivos do Mulheres do Brasil é colorar 50% de mulheres nos cargos públicos.

"Os homens aqui presentes podem até não gostar, mas queremos 50% dos cargos públicos ocupados por mulheres", continuou Luiza Trajano.

Ela não deixou passar também a oportunidade de dar uma espetada nos membros do Parlatório dizendo que o grupo faz muitos diagnósticos, mas que não dá mais para só fazer diagnósticos e "ficar assistindo de braços cruzados as 600 mil mortes por covid e metade da população brasileira vivendo com apenas R$ 60,00".

"Até quando vamos ficar fazendo diagnósticos e olhando de braços cruzados as 600 mil mortes e metade da população vivendo com R$ 60,00?", reforçou dizendo que as coisas têm que ser feitas pra já.

Estadão
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