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Criminalista espera que STF analise prisão em 2ª instância

O novo presidente do STF, ministro Dias Toffoli, pretende evitar polêmicas no início de sua gestão

13 set 2018
18h32
atualizado às 18h47
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Um dos principais criminalistas do País, o advogado Pierpaolo Bottini disse na tarde desta quinta-feira, 13, esperar que o Supremo Tribunal Federal (STF) analise o quanto antes ações que tratam da possibilidade de prisão após condenação em segunda instância.

O novo presidente do STF, ministro Dias Toffoli, pretende evitar polêmicas no início de sua gestão, mas já sinalizou que deve levar o mérito dessas ações para julgamento no primeiro semestre do ano que vem, segundo apurou o Broadcast Político, plataforma de notícias em tempo real do Grupo Estado.

Sessão do STF desta quarta-feira (12)
Sessão do STF desta quarta-feira (12)
Foto: Rosinei Coutinho / SCO / STF

"Acho que quanto antes analisar, certamente melhor. Este é um assunto que precisa ser resolvido", disse Bottini a jornalistas, ao chegar para a solenidade de posse de Toffoli.

Bottini ressaltou, no entanto, que a prioridade do que vai ser colocado em pauta é uma questão de dinâmica própria da presidência do Supremo. No comando da Corte nos últimos dois anos, a ministra Carmen Lúcia resistiu a levar o tema para julgamento.

"O ministro Toffoli tem todas as condições de fazer uma bela gestão. E já tem experiência na Advocacia-geral da União, é um gestor, um conciliador, e alguém que está capacitado para fazer uma gestão de excelência", comentou Bottini.

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Estadão
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