Ministérios de Bolsonaro

O presidente eleito tem 8 nomes confirmados em ministérios até o momento. Veja os nomes a seguir.

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Sérgio Moro

O Ministério da Justiça deve passar por uma fusão com a pasta da Segurança Pública. Caso isso se confirme, Moro também terá gerência sobre a Polícia Federal.

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Lava Jato

Moro foi alçado ao patamar de símbolo nacional da luta por sua atuação na Operação Lava Jato, a maior operação contra a corrupção da história do Brasil. Ele chegou a ser cotado como candidato à Presidência da República.

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Paulo Guedes

Ele é o principal nome da equipe econômica do presidente eleito e deve assumir o Ministério da Economia. No entanto, diverge de Bolsonaro em alguns pontos, como nos casos da CPMF e da reforma da Previdência.

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"Posto Ipiranga"

Economista e investidor, Guedes tem uma carreira com passagens apagadas pela academia, atuação arrojada no mercado financeiro e reputação de polemista. É também alvo de ao menos três investigações sobre suspeitas de gestão fraudulenta ou temerária envolvendo fundos de pensão.

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Marcos Pontes

O astronauta será o novo ministro da Ciência e Tecnologia e aposta em educação. Ele é formado pelo ITA, com mestrado em engenharia de sistemas nos EUA.

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Astronauta

O tenente-coronel da aeronáutica foi o primeiro astronauta do Brasil a conseguir ir à Estação Espacial Internacional. Com o brasileiro a bordo, a nave russa Soyuz TMA-8 se acoplou à Estação Espacial na madrugada de primeiro de abril de 2006.

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Onyx Lorenzoni

Futuro ministro-chefe da Casa Civil é o responsável por coordenar a relação entre a futura gestão e o Congresso. Ele é o ministro extraordinário que comanda o governo de transição de Bolsonaro.

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JBS e anti-PT

Lorenzoni atua há 22 anos no Legislativo, 15 deles na Câmara dos Deputados, e é um antigo crítico do PT. Em maio de 2017, foi um dos citados por diretores da JBS como beneficiário de caixa 2. Em entrevista, o deputado assumiu ter recebido o dinheiro em 2014, mas em valor inferior.

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Augusto Heleno

Anunciado para a Defesa, o general foi depois confirmado ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional. O GSI foi recriado por Temer após ser desativado no governo Dilma. Suas funções são zelar pela segurança pessoal do presidente e pelo setor de inteligência.

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"Homem de confiança"

Tido como Bolsonaro como "uma cabeça brilhante que não pode ser desperdiçada", o general da reserva Augusto Heleno construiu uma carreira sólida no Exército Brasileiro. Atuou como comandante militar, chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia, liderou tropas em missões de paz da ONU no Haiti e ainda trabalhou por 4 anos na Presidência, nos governos Collor e Itamar Franco.

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Tereza Cristina

A deputada federal do DEM será a ministra da Agricultura, a segunda mulher a comandar a pasta e a primeira, até o momento, do novo governo Bolsonaro.

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Bancada ruralista

Em seu primeiro mandato como deputada federal, Tereza Cristina foi uma indicação da Frente Parlamentar Agropecuária do Congresso Nacional, conhecida como a bancada ruralista, na qual é a atual presidente. Líder do grupo que reúne mais de 200 parlamentares, ela foi uma das principais defensoras do projeto que muda as regras no registro de agrotóxicos. A futura ministra é engenheira agrônoma e empresária.

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Fernando Azevedo e Silva

O ex-chefe do Estado Maior do Exército estará à frente do Ministério da Defesa. O general, que foi para a reserva esse ano, ajudou na formulação de propostas para a campanha e atualmente é assessor do presidente do STF, Dias Toffoli.

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Interlocutor de vasta experiência

Azevedo e Silva é um antigo conhecido de Bolsonaro: foram contemporâneos na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman) e, assim como o futuro presidente, tem formação de paraquedista. Possui grande vivência no Executivo, com cargos nos governos Collor e Dilma. Ao longo da sua vida militar, acumula 17 condecorações nacionais e 4 estrangeiras.

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Ernesto Araújo

Ernesto Araújo foi anunciado na quarta-feira, 14 de novembro, como o futuro ministro das Relações Exteriores

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Diplomata

Ele é diretor do Departamento de EUA, Canadá e Assuntos Interamericanos do Itamaraty e jamais chefiou uma embaixada no exterior.

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