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Aécio confirma candidatura à presidência do PSDB

A eleição do novo líder tucano está marcada para maio

11 abr 2013
22h46
atualizado às 22h52
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O senador Aécio Neves (PSDB-MG) confirmou nesta quinta-feira que vai disputar a eleição para a presidência do PSDB em maio. O tucano é também indicado como possível candidato do partido na disputa da presidência em 2014, e já foi confirmado por nomes importantes na sigla, como o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o atual presidente do partido, o deputado federal Sergio Guerra (PE) e o ex-senador Tasso Jereissati. 

<p>Aécio Neves confirmou nesta quinta-feira que disputará a eleição para a presidência do PSDB</p>
Aécio Neves confirmou nesta quinta-feira que disputará a eleição para a presidência do PSDB
Foto: Agência Brasil

“Meu nome será colocado no próximo dia 19 de maio como candidato à presidência do PSDB. Não para ocupar o cargo, mas para fortalecer nosso diálogo com as forças oposicionistas”, disse Aécio em uma palestra na conferência partidária do PPS, partido aliado dos tucanos na oposição ao governo Dilma Roussseff. 

O senador demonstrou confiança na disputa a ser realizada no próximo ano, e apontou uma vitória do partido. “Vamos disputar e vamos vencer essas eleições, porque o Brasil merece um governo muito melhor do que esse que está aí”, disse.

Na manhã desta quinta-feira, Aécio discursou também na convenção partidária do PP, e disse que espera contar com a parceria do partido em um futuro governo.

"A nossa aliança com o PP não é forjada em distribuição de espaços públicos ou ocupação de cargos. Em Minas, o PSDB e o PP fizeram uma aliança que transformou o Estado. Eu gostaria muito que, um dia, o Brasil pudesse ter também essa parceria para fazermos a travessia da ineficiência e do aparelhamento do Estado para um tempo novo de gestão eficiente, de diminuição mais vigorosa das desigualdades e parcerias que tenham afinidade", disse ele aos progressistas.

Assim como no discurso feito aos progressistas, o tucano criticou o governo, e disse que a atual gestão possui uma hipertrofia frente a problemas como a falta de ética e de ações estruturantes. “O Estado não é só um instrumento de propaganda eleitoral”, disse. 

Fonte: Terra
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