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Polícia

PM é punido por retardar apuração contra miliciano no Rio

28 mai 2009 - 03h36
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Por não levar adiante as investigações sobre o soldado Moises Pereira Maia Junior - preso e acusado pelo Ministério Público de integrar a Liga da Justiça -, o tenente-coronel Marcelo Cesario teve a detenção determinada no boletim reservado da Polícia Militar do dia 21. Segundo o documento, o oficial terá que ficar seis dias preso por inércia no Conselho de Revisão Disciplinar (CRD) instaurado em setembro, que poderá resultar na expulsão do PM da corporação.

Segundo o texto, a punição foi adotada porque Cesario não tomou providência com relação aos autos da investigação do soldado, a não ser substituir, por duas vezes, o escrivão responsável pelo processo. Na semana passada, quando integrantes da Liga da Justiça presos em Mato Grosso do Sul - como o ex-deputado Natalino Guimarães - vieram ao Rio de Janeiro para depor no Tribunal de Justiça, surgiu denúncia de que havia um plano para resgatar Moises.

"Ouvido a respeito e dando-lhe a oportunidade de ampla defesa, o oficial superior (Cesario) não logrou êxito em justificar seu errôneo proceder, ao ter deixado de tomar providências administrativas (...), causando sérios embaraços ao bom andamento do serviço", aponta o boletim da PM.

Com a transferência de Moises do Batalhão Especial Prisional (BEP) para o Presídio Federal de Campo Grande, os membros do colegiado admitem dificuldades para cumprir atos administrativos referentes ao processo. Procurada, a PM não informou se a pena de detenção por seis dias começou a ser cumprida por Cesario.

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