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Assassinato em carona: Homem é condenado a 42 anos de prisão

Kelly Cadamuro foi estrangulada em novembro, em Minas Gerais; seu corpo foi encontrado em um córrego

19 set 2018
17h02
atualizado às 17h23
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Jonathan Pereira do Prado, acusado de matar a estudante Kelly Cadamuro durante uma carona em novembro, foi condenado a 42 anos 11 meses de prisão em regime fechado. A sentença foi publicada nesta quarta-feira, 19.

A vítima foi morta em Frutal, em Minas Gerais, após sair de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, rumo a Itapagipe, em Minas, e dar carona a Prado através de um grupo de WhatsApp. A sentença foi proferida pelo juiz Gustavo Moreira e inclui ainda mais dois anos, 11 meses e sete dias em regime semiaberto.

Corpo da jovem paulista, que desapareceu quando participava de um grupo de caronas por meio do aplicativo Whatsapp, foi encontrado próximo da cidade de Frutal, no Triângulo Mineiro
Corpo da jovem paulista, que desapareceu quando participava de um grupo de caronas por meio do aplicativo Whatsapp, foi encontrado próximo da cidade de Frutal, no Triângulo Mineiro
Foto: Kelly Cadamuro/ Facebook / Estadão Conteúdo

A intenção do assassino seria roubar o carro da vítima, que era estudante de Radiologia e viajava para visitar o namorado. No caminho, o acusado a teria estrangulado e a arrastado por uma área ao lado da rodovia. O corpo foi encontrado dentro de um córrego.

Prado confessou o crime à polícia e imagens de câmeras de uma praça de pedágio foram incluídas como provas no processo. Nelas é possível ver a jovem conduzindo o carro acompanhada de um homem, que seria o assassino, que depois volta sozinho dirigindo o veículo.

Defesa

O advogado Márcio Ferrari, que defende Prado, já adiantou que pretende recorrer da decisão. Uma das alegações é de que seu cliente mudou de versão e disse ser inocente, pois teria confessado anteriormente mediante tortura.

Outras duas pessoas foram condenadas por receptação de objetos roubados da vítima, mas já estão em liberdade.

Estadão

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