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Helicóptero que levava Boechat não podia fazer táxi aéreo

Jornalista morreu nesta segunda(11) após queda de aeronave em SP

11 fev 2019
20h26
atualizado às 20h46
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A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) afirmou nesta segunda-feira (11) que a empresa RQ Serviços Aéreos Especializados Ltda, dona do helicóptero de matrícula PT-HPG, que caiu na tragédia que matou o jornalista Ricardo Boechat, não tinha autorização para fazer o serviço de táxi aéreo.
    De acordo com o órgão, a companhia tinha certificação para prestar serviços aéreos especializados (SAE) - aerofotografia, aeroreportagem e aerofilmagem - mas não poderia transportar passageiros de forma remunerada. "Qualquer outra atividade remunerada fora das mencionadas não poderia ser prestada. Tendo em vista essas informações, a Anac abriu procedimento administrativo para apurar o tipo de transporte que estava sendo realizado no momento do acidente", diz o comunicado. No entanto, segundo a Anac, o helicóptero estava em situação regular. A aeronave era pilotada por Ronaldo Quatrucci, que, de acordo com testemunhas, tentou fazer um pouso de emergência em um trecho do Rodoanel que dá acesso à Rodovia Anhanguera, em São Paulo.

Helicóptero que levava Boechat não podia fazer táxi aéreo
Helicóptero que levava Boechat não podia fazer táxi aéreo
Foto: EPA / Ansa - Brasil
Ansa - Brasil   
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