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Doria diz que se encontrará com Moro quando voltar de viagem

O governador de São Paulo já agendou uma reunião com o ex-juiz e ex-ministro da Justiça Sergio Moro, que se filiou ao Podemos recentemente

29 nov 2021 15h33
| atualizado às 15h39
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Doria fala depois de reunião do PSDB, em Brasília
 21/11/2021 REUTERS/Ueslei Marcelino
Doria fala depois de reunião do PSDB, em Brasília 21/11/2021 REUTERS/Ueslei Marcelino
Foto: Reuters

O governador de São Paulo e pré-candidato do PSDB à Presidência da República na eleição do ano que vem, João Doria, disse nesta segunda-feira que marcou uma reunião com o ex-juiz e ex-ministro da Justiça Sergio Moro, postulante do Podemos ao Planalto, após retornar de viagem que fará nos próximos dias aos Estados Unidos.

Em entrevista na sede estadual do PSDB na capital paulista, Doria disse manter boa relação com Moro, ao mesmo tempo que avaliou ainda estar cedo para formar alianças para o pleito marcado para outubro de 2022.

"Agendamos um encontro para depois do meu retorno dos Estados Unidos. Todos sabem, sigo amanhã para os Estados Unidos, nós temos três dias da chamada Missão Empresarial São Paulo, em Nova York, com fundos, bancos, investidores, e a inauguração do quarto escritório internacional de São Paulo", disse Doria a jornalistas.

"Já marcamos um encontro na volta, com ele (Moro) e com a deputada Renata Abreu, presidente do Podemos, partido ao qual ele está filiado. Agora é hora de união, agora é hora do bom diálogo", acrescentou.

No sábado, Doria derrotou o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, e o ex-prefeito de Manaus Arthur Virgílio nas prévias tucanas para se tornar o pré-candidato do PSDB ao Palácio do Planalto no ano que vem. A escolha precisa ser referendada pela convenção nacional da legenda em 2022.

Moro aparece melhor colocado que Doria nas pesquisas de intenção de voto para a eleição presidencial, disputando a terceiro posição com Ciro Gomes (PDT), enquanto o tucano vem bem abaixo, com patamar não maior que 5%.

Tanto Doria, quanto Moro, no entanto, aparecem bem distantes do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que lidera com folga, e do presidente Jair Bolsonaro, que está em uma segunda posição.

 

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