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Confiança da construção recua em fevereiro após 8 meses de altas, diz FGV

26 fev 2018
08h25
atualizado às 08h46
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A confiança da construção no Brasil interrompeu série de oito meses de melhora e recuou em fevereiro devido à piora das expectativas, mas não indica ainda mudança de tendência, apontou nesta segunda-feira a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Uniforme é visto em construção na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro 13/06/2016 REUTERS/Ricardo Moraes
Uniforme é visto em construção na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro 13/06/2016 REUTERS/Ricardo Moraes
Foto: Reuters

Neste mês, o Índice de Confiança da Construção (ICST) do país caiu 1,2 ponto e foi a 81,4 pontos.

"Houve um ajuste nas expectativas de curto prazo, mas, de modo geral, o empresariado ainda se mostra confiante com a situação corrente dos negócios", explicou em nota o coordenador da Sondagem da Construção do FGV IBRE, Itaiguara Bezerra. "Apesar da queda na confiança, o resultado não deve ser visto como uma mudança definitiva do humor do empresário, mas sim um indicativo de que o caminho a ser perseguido não será fácil", acrescentou.

O resultado do ICST em fevereiro deve-se ao recuo de 3,2 pontos do Índice de Expectativas (IE-CST), para 92,7 pontos, pressionado principalmente pelo indicador que mede o otimismo dos empresários com a situação dos negócios nos seis meses seguintes.

Já o Índice da Situação Atual (ISA-CST) subiu 0,6 ponto e foi a 70,5 pontos, nível mais alto desde julho de 2015.

A FGV informou ainda que o Nível de Utilização da Capacidade (NUCI) do setor recuou 0,7 ponto percentual e foi a 65,5 por cento.

A confiança do consumidor brasileiro também caiu em fevereiro, diante do menor otimismo com o emprego.

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