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Produtor rural é preso por esquartejar mãe e filha em MG

Crime foi descoberto após pernas da mulher serem encontradas perto de rodovia em Minas Gerais

12 nov 2018
12h10
atualizado às 12h14
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Um produtor rural foi preso em um sítio em Silvianópolis (MG) no sábado, 10, acusado de matar a companheira e a filha dela. Depois ele teria esquartejado os corpos, mas o crime acabou descoberto a partir de duas pernas que foram localizadas próximas a uma rodovia na terça-feira, 6. Em seguida outras partes foram achadas em diferentes locais.

O acusado, Luiz Carlos Martins, de 47 anos, alegou ter matado Francileide Assis Barbosa, de 26 anos, devido a problemas no relacionamento. Já a filha dela, Bruna Carla Assis, de 5 anos, foi morta em seguida, ao se deparar com a mãe sendo assassinada. Os corpos foram esquartejados no porão da casa, que ficou com marcas de sangue por todo lado.

Criminoso jogou o corpo da criança em uma fossa sem uso que existe na propriedade
Criminoso jogou o corpo da criança em uma fossa sem uso que existe na propriedade
Foto: Polícia Civil/Divulgação / Estadão Conteúdo

Os crimes ocorreram há duas semanas, tendo a polícia identificado as vítimas graças a tatuagens em uma perna da mulher. Ela morava em Feira de Santana (BA) e teria conhecido o suspeito há pouco tempo, ocasião em que foi junto com a filha morar com ele na zona rural.

À polícia ele contou ter matado as duas a marteladas e depois cortado os corpos usando uma faca e uma serra. E que saiu parar sumir com as partes, mas resolveu jogar o corpo da criança em uma fossa sem uso que existe na propriedade.

Sumiço

"O corpo da mulher foi espalhado por uma área de até 70 quilômetros de distância", explicou o delegado Rodrigo Bartoli. Segundo ele, a cabeça e as ferramentas usadas no crime o homem contou ter jogado em um rio, mas elas não foram localizadas.

As partes encontradas serão mandadas para a Bahia, onde serão sepultadas. O acusado, que segundo o delegado não demon

strou arrependimento ao depor, foi indiciado por duplo feminicídio, com agravantes, e transferido para o Presídio de Pouso Alegre (MG).

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Estadão
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