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Brasil tem 1.439 mortes e quase 62 mil casos em 24 horas

Brasil, que enfrenta uma nova onda da doença, é o terceiro país do mundo a atingir a casa de 9 milhões de infectados, após EUA e Índia

28 jan 2021
18h54 atualizado em 9/2/2021 às 16h52
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18h54 atualizado em 9/2/2021 às 16h52
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A média móvel de mortes por covid-19, que registra as oscilações dos últimos sete dias e elimina distorções entre um número alto de meio de semana e baixo de fim de semana, ficou em 1.064 nesta quinta-feira, 28. Essa é a maior média registrada desde 4 de agosto, quando o número de óbitos diários chegou a 1.066.

Segundo o consórcio de veículos de imprensa, foram contabilizadas 1.439 novas mortes nas últimas 24 horas e 60.301 casos. No total são 221.676 óbitos registradas e 9.060.786 pessoas contaminadas no Brasil, segundo o balanço mais recente do consórcio formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde. Os dados foram divulgados às 20h.

No balanço diário divulgado pelo Ministério da Saúde, foram computadas mais 1.386 novas mortes em decorrência da covid-19, doença provocada pelo vírus, com o total de óbitos no país atingindo 221.547, acrescentou a pasta. O número registrado em 24 horas só foi maior no dia 7 de janeiro (1.524 mortes) e 5 de agosto (1.437 mortes) nos últimos seis meses. 

Foto: Reuters

O balanço também informa que o País ultrapassou nesta quinta-feira o patamar de 9 milhões de casos confirmados de coronavírus, com a notificação de 61.811 novas infecções, elevando o total no país a 9.058.687. O Brasil, que enfrenta uma nova onda da doença, é o terceiro país do mundo a atingir a casa de 9 milhões de infectados, após Estados Unidos e Índia. Em termos de mortes, o País fica abaixo somente dos EUA.

O Brasil havia ultrapassado a marca de 8 milhões de casos em 8 de janeiro, o que significa que foram necessários apenas 20 dias para que o País acumulasse seu mais recente milhão de infecções, em mais um sinal de aceleração da doença.

O aumento de 7 milhões para 8 milhões de casos havia ocorrido em 23 dias. Entre os 6 milhões e 7 milhões de casos, houve um intervalo de 26 dias. Antes disso, dos 5 milhões para os 6 milhões, foram necessários 44 dias, em momento em que a pandemia se mantinha em um platô.

Atualmente, segundo o Imperial College de Londres, a taxa de transmissão do coronavírus no Brasil está em 1,08, o que indica que cada 100 pessoas com o vírus contaminam outras 108. Há uma desaceleração do contágio quando a taxa permanece abaixo de 1.

Estado brasileiro mais afetado pela doença, São Paulo chegou nesta quinta às marcas de 1.746.070 casos e 52.481 mortes.

Minas Gerais é o segundo Estado com maior número de infecções pelo coronavírus, com 715.967 casos, mas o Rio de Janeiro é o segundo com mais óbitos contabilizados, somando 29.417 mortes.

O Brasil ainda possui, segundo o Ministério da Saúde, 7.923.794 pessoas recuperadas da covid-19 e 913.346 pacientes em acompanhamento.

Estadão
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