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Fórmula 1
Na alegria e na tristeza



Com o coração “mais apertado”, Raffaela Massa acompanhou a performance do marido, Felipe. “Sempre fiquei nervosa, mas (o nervosismo) piorou depois do acidente. A gente nunca acha que vai acontecer conosco”, ela explicou à Gente, referindo-se ao traumatismo craniano sofrido por Massa ao ser atingido por uma peça do automóvel de Rubens Barrichello, em julho de 2009. “E agora também tenho um filho que precisa do pai, como eu preciso do meu marido”, emendou a empresária, que deixou o filho, Felipinho, de 11 meses, com a mãe e a irmã, para torcer pelo marido. “É difícil criar um filho fora do Brasil e abrir mão de estar perto da família. Mas a minha prioridade é a carreira do Felipe. Onde ele estiver, nós estaremos com ele e a alegria que sentimos quando estamos os três juntos, compensa”, contou ela, que mora em Mônaco. Apesar da distância, ela participa de todas as decisões ligadas à empresa de sua família, a marca Guaraná Brasil. Raffaela também afirmou que deve ficar no País até o início da próxima temporada, prevista para março de 2011.

Atacante fashion

Calça estilo saruel, camisa polo e relógio da mesma cor (amarelo), tênis branco e um par de óculos escuros com lentes douradas. Com esta composição, o jogador Neymar causou tumulto no curto percurso percorrido entre a entrada dos pilotos e a área dos boxes, no espaço da Red Bull. O atacante do Santos perdeu a largada, mas chegou a tempo de ver os primeiros minutos da corrida, ao lado do DJ britânico Fatboy Slim. Estiloso, ele pegou emprestado um dos rádios e os fones de ouvido da equipe , usados para a comunicação interna com os pilotos. “Gosto muito de corrida e acompanho desde criança”, contou o jogador enquanto se dirigia ao camarote da Red Bull, onde assistiu o restante da prova. Acompanhado por seu segurança, que carregava a tiracolo uma mala Louis Vuitton, Neymar contou que aprovou a iniciativa de seu clube de contratar um psicanalista para o time: “Mostra preocupação com a gente. Achei ótimo”. Por conta de seu atraso (ele estava em Belo Horizonte), Neymar não conseguiu aproveitar uma regalia do todo-poderoso da Fórmula 1, Bernie Ecclestone. O jogador havia recebido uma credencial especial, com acesso ao grid de largada, no momento em que os carros ficassem alinhados na pista.

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