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Mina do Rio Grande
Gente acompanhou a atriz Guilhermina Guinle durante um final de semana na fazenda de sua família materna, em Pelotas, no Rio Grande do Sul, onde viveu e ainda vive suas melhores férias

Por Gisele Vitória / Fotos: Pedro Dias e Ag.IstoÉ / Tratamento de imagem: Felipe Juste


Mina, ou Minoca, como sua avó Antonia, de 93 anos, ainda a chama, sempre adorou galopar nos pôneis Shetland criados em terras da família materna nos pampas de Pelotas, no Rio Grande do Sul. Rodeada de bichos da fazenda, assim passava férias a garota sem medo de aventuras, que hoje, veste a imagem sofisticada de Guilhermina Guinle. Imagem que começou a ser construída há 16 anos, desde que se ouviu falar da moça de família tradicional carioca decidida a ser atriz. Até aí ela era tão somente a neta de Octavio Guinle, então dono do Copacabana Palace.

Quem a vê vestida de bombachas, conduzindo seu cavalo ao lado dos campeiros, nota que é pouco o que se sabe dessa moça de berço, única mulher da quarta geração dos Guinle e que hoje brilha na tevê como a liberada Luisa em Ti-ti-ti, novela das sete da Globo. A carioca Guilhermina, criada em Buenos Aires e depois em São Paulo, tem raízes gaúchas, e das mais profundas. É o outro berço da atriz, não o dos Guinle, mas o dos Oliveira Sampaio. Ali, na Estância do Capão Redondo, em Pelotas, fazenda herdada por sua mãe, a arquiteta Rosa Mei, ela volta a ser Mina, que vem da terminação de Guilhermina, ou de menina do Rio Grande, cheia de histórias para contar. E, bá, tudo sem a menor frescura.

“Eu dirijo o carro! Conheço muito bem essa estrada”, decidiu Guilhermina numa gelada noite de sexta-feira em Pelotas, depois de nos fartarmos numa churrascaria local, nosso ponto de encontro. Horas antes, ela tinha sido estrela do lançamento do primeiro shopping da cidade, empreendimento de uma amiga carioca, a empresária Luciana Rique. De lá, iríamos todos para sua fazenda, onde passaríamos o fim de semana. Já era uma da manhã quando um solitário funcionário do pedágio de uma estrada deserta e com neblina olhou espantado para a atriz da novela, que lhe esticava o braço com R$ 8 nas mãos. “E aí?”, cumprimentou ela, que vai a Pelotas pelo menos três vezes por ano.

A fachada da Estância do Capão Redondo, casa da fazenda na região de Pelotas, onde Guilhermina passa férias desde pequena

“Minha avó Antonia construiu sozinha essa casa para minha mãe. Quando chego aqui, me sinto voltando para a casa onde cresci”

 

 

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