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Religião
Uma manhã com um monge
O lama Gangchen, líder religioso do Tibete, está no Brasil e inaugurou em São Paulo sede doada pelo empresário Marcus Elias, que também apoiou a construção do maior templo de budismo tibetano no País


Fotos: Fabiano Cerchiari / Ag. IstoÉ
O lama Gangchen em São Paulo, no sábado 16

Fotos: Fabiano Cerchiari / Ag. IstoÉ
Marcus Elias


O LAMA GANGCHEN RIMPOCHE, líder religioso do Tibete, frequenta o Brasil há 23 anos, e foi o responsável por identificar e transformar o então menino Michel, filho da terapeuta Bel César e Daniel Calmanowitz, num lama brasileiro. Hoje o Lama Michel está com 30 anos e atualmente passa temporada no Tibete. Aos 75 anos, Rimpoche mora na Itália e nos anos 60 atravessou o Himalaia fugindo do Tibete, onde foi preso e torturado na época da invasão chinesa. Na prisão, foi companheiro de cela de Den Xiao Ping, que sucedeu Mao Tsé Tung e abriu a economia chinesa. Conciliador, conseguiu voltar a frequentar o país, onde ajuda dezenas de mosteiros e hospitais. Na manhã do sábado 18, mais de 200 pessoas foram ouvir o monge falar e meditar com ele na nova sede do centro de Dharma da Paz.

A nova sede foi doada pelo empresário Marcus Elias, assim como o terreno para a construção do maior templo de budismo tibetano do Brasil, localizado em Campos do Jordão. “Não sou budista, sou lamista”, brinca Elias, que investiu R$ 10 milhões nas obras. Eles se conheceram há quatro anos e, desde então, Elias nunca toma decisões importantes na vida sem ouvi-lo. Frequentemente viajam juntos pelo Tibete, Índia e Nepal. A última viagem foi em setembro e a próxima será em novembro. No próximo sábado 23, Elias acompanha o Lama Gangchen até o templo budista em Campos do Jordão.

Fotos: Fabiano Cerchiari / Ag. IstoÉ
 
A estilista Gloria Coelho

Bel César, mãe do lama Michel, que trouxe Gangchen pela primeira vez ao Brasil

 

 

   


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