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John Lennon, 70 anos
O aniversário do cantor motiva reedições e coletâneas de sua obra solo, incluindo 13 inéditas gravações caseiras

Por Mauro Ferreira

 

BOB GWEN/ DIVULGAÇÃO
Lennon também tem a adolescência contada no filme O Garoto de Liverpool

NÃO TIVESSE SIDO ASSASSINADO há 30 anos, John Lennon (1940 – 1980) poderia ter completado 70 anos em 9 de outubro e, talvez, formasse um “simpático casal de velhinhos” com Yoko Ono, como chegou a supor ao ser questionado por um jornalista sobre como se imaginava na velhice. Mas Lennon morreu e Yoko, herdeira da obra do marido, negociou com a EMI Music um amplo projeto de reedições intitulado Gimme Some Truth. Paralelamente, são lançados um filme (O Garoto de Liverpool) e um livro (Diário dos Beatles).

O pacote Gimme Some Truth inclui oito títulos oficiais da obra solo de Lennon, a coletânea Power to the People: The Hits e um box com quatro compilações temáticas (Roots, Working Class Hero, Woman e Borrowed Time). O título mais luxoso do pacote é a caixa de 11 discos The John Lennon Signature Box, que, além das reedições remasterizadas dos álbuns individuais, inclui um CD, Home Tapes, com 13 inéditas gravações caseiras de músicas como “Mother”, “Love” e “God”.

A despeito de todo o prestígio conquistado na era Beatle, Lennon viveu altos e baixos na trajetória solo. De cara, seu desolado Plastic Ono Band (1970) foi eclipsado pelo sucesso do primeiro disco de George Harrison (1943 – 2001). Na sequência, Imagine (1971) devolveu o sucesso a Lennon por conta do hino pacifista lançado no auge da Guerra do Vietnã. Mas paz era tudo o que ex-Beatle não tinha naquele momento. Perseguido pela Justiça dos EUA em razão das suas posições políticas, Lennon desafogou mágoas no raivoso Some Time in the New York City (1972) para depois expressar seu amor por Yoko em Mind Games (1973) e mostrar otimismo em Wall and Bridges (1974). Seguiuse disco lançado à revelia do artista, Rock’n’Roll (1975), e, após pausa de cinco anos, Double Fantasy.

O póstumo Milk and Honey (1981) encerrou a obra solo de um artista maduro que na adolescência, às voltas com seus demônios internos, abraçou o rock’ n’ roll como um bote salva-vidas – período retratado no filme O Garoto de Liverpool, dirigido por Sam Taylor-Wood. Exibido no Festival do Rio, o longa já emenda estreia em circuito comercial. Por fim, somente para quem é beatlemaníaco, está sendo editado no Brasil O Diário dos Beatles, livro de Barry Miles que reconta a mesma história já contada tantas vezes.

 

 

 

   


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