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Show
Tudo de Bon... Jovi
Depois de 15 anos, a banda voltou ao Brasil para duas apresentações. Com inúmeros hits na bagagem e a sensualidade de seu vocalista, Jon Bon Jovi, deixou gostinho de quero mais

Por Thaís Botelho / Fotos: Fabiano Cerchiari e Marcelo Fernandes / AG. IstoÉ


O cantor durante o show na Praça da Apoteose, no Rio, na sexta-feira 8

JON BON JOVI TEM SEX APPEAL, muito sex appeal. Sua banda, Bon Jovi, tem hits, muitos hits. A combinação desses dois fatores resultaram em três horas de frenesi e muito rock’n’roll no Estádio do Morumbi, na quarta-feira 6. A performance foi repetida no Rio, na sexta-feira 8, em versão mais curta, de duas horas. Em compensação, no show carioca, o cantor deixou totalmente aberto o colete preto que usava, causando furor nas meninas, que eram maioria na plateia da Apoteose.

Os garotos de New Jersey já não são tão garotos assim. Jon está com 48 anos e recentemente declarou que se sente um “cavalo velho”, mas não foi o que pareceu no palco: o cantor pulava sem parar em canções como “Born to Be My Baby” e “You Give Love a Bad Name” e exercia todo o seu carisma em baladas como “I’ll Be There For You” e “Always”. Em São Paulo, a apresentação foi assistida por 61 mil pessoas que puderam testemunhar Bon Jovi ficar com os olhos marejados de emoção diante da multidão calorosa que o esperava para a primeira canção, “Blood on Blood”. “Fazia muito, muito tempo que não vínhamos a São Paulo. Olha só o que perdemos”, disse ele, que não passava pela cidade desde 1995.

Além das inúmeras canções que marcaram os anos 80, 90 e 2000 e que foram cantadas em coro pelos fãs, “Pretty Woman”, clássico de Roy Orbison, também ganhou os vocais da banda. O grupo fechou com “Keep the Faith”, mas voltou generoso para o bis e entoou mais quatro canções. Em vez de um final apoteótico, Bon Jovi preferiu uma despedida do palco paulistano mais melancólica, com a lenta “Bed of Roses” e, sem uma palavra. Apenas os olhos azuis marejados, uma batida com o punho no lado esquerdo do peito e nada mais.

 

 

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