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O Número 1
Com sua novíssima e badalada boate, Marcos Campos vira notícia em duas bíblias dos jet setters globais - as revistas Monocle e Wallpaper - e confirma o reinado na noite paulistana. Conheça um pouco da história de quem já pensou em ser veterinário e hoje festeja o título de midas do entretenimento

Por Fabiano Mazzei e Silviane Neno / Fotos: Julia Morais / Ag.IstoÉ



Na sala com home teather e mesa de DJ, a coleção de garrafas de vinho vazias

OUTUBRO TEM SIDO especialmente feliz para o empresário Marcos Campos. Não apenas porque marca sua chegada aos 4.5 de idade, algo que ele brinca em esconder. O motivo é o presentão que ganhou de aniversário. Sua mais nova empreitada na noite, a boate Número, no bairro dos Jardins, foi destaque nas duas revistas de design mais respeitadas e poderosas do planeta, a Monocle e a WallPaper, este mês. Em ambas, rasgados elogios sobre o estilo, a elegância e o serviço encontrados na casa, inaugurada em maio. As reportagens têm o tom do merecimento. Marcos está na estrada da noite há quase 20 anos, sempre recorrendo ao inédito e ao seu gosto pessoal como ingredientes de sua fórmula de sucesso. Foi assim no final dos anos 90 com o célebre Sirena, na praia de Maresias, quando ele levou a cena eletrônica do underground paulistano para as mesas vip com vodka importada no balneário dos então endinheirados do Estado. Foi assim no Isla, boate-clube em uma ilha de Angra dos Reis, no Rio, em 2003/2004. No Mercatto, em Nova York, onde foi sócio até 2009. É assim na Disco, que sobrevive há dez anos no feroz mercado da noite de São Paulo, e no Café de La Musique em Florianópolis.

Convidado para comentar sua trajetória, pauta desta entrevista, Marcos recebeu Gente em sua confortável casa no Jardim Europa. Para que as ideias e memórias fluíssem com naturalidade, duas garrafas de um suave tinto português foram escaladas. Foi ali, sentado no sofá, que o empresário revelou seu perfil de paradoxos. Filho de industrial paulistano, Luiz, descendente de alemães, formou-se em administração, mas pensou em ser arquiteto, publicitário e, pasme, até oceanógrafo e veterinário! Culpa da mãe, Nancy, que tinha bichos dos mais variados na casa da família, no bairro do Morumbi. Aos 24 anos, já formado e com MBA feito na Bentley College em Boston, nos Estados Unidos, Marcos assumiu um cargo na construtora do pai, no ABC paulista. Sua função era mais comercial: fechava negócios, ia a Brasília disputar projetos, fazia relacionamento com clientes. Mas sua curiosidade ia além e, não raro, era visto visitando obras públicas tipo corredor de ônibus no meio de engenheiros e operários. Dessa época, ele recorda o gosto por política e o olhar crítico que ganhou para avaliar os problemas urbanísticos de uma cidade como São Paulo. Marcos lembrou ainda que um dos projetos que tentou emplacar foi o de inspeção veicular para carros de todo o Estado. A ideia, então, não vingou, mas virou lei na cidade há dois anos.

 

 


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